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Nutrição antroposófica

Guia completo de frutas da época

Incluir as frutas da época na alimentação traz benefícios para a saúde e proporciona qualidade de vida e bem-estar, uma vez que frutas, legumes e verduras da estação contribuem para uma vida coerente, equilibrada e consciente. A natureza funciona em ciclos, entre eles temos as estações do ano: inverno, verão, outono e a primavera. Esses períodos trazem não só mudanças na temperatura. Mas também qualidades arquetípicas presentes nos alimentos que vão ao encontro das necessidades do ser humano em cada estação. Assim, a alimentação coerente com o momento impacta no metabolismo para enfrentar com força anímica e disposição as novas etapas que se apresentam. Por que consumir alimentos em sua sazonalidade? Existem muitas vantagens de se consumir frutas da época, uma delas é o preço mais em conta pela pré-disposição natural de serem cultivados, lei da oferta e procura da natureza! Ainda por esse mesmo motivo, eles possuem muito menos agrotóxicos e fertilizantes, em especial os que são provenientes dos pequenos produtores. Na agricultura biodinâmica, por exemplo, existe um cuidado com o equilíbrio e a saúde da terra. Assim como com o ambiente que cerca o seu cultivo, levando em consideração outros ciclos da natureza, como as forças planetárias e cósmicas. Somente o que é próprio e adequado da época é plantado, sem a utilização de qualquer agente químico, sejam os fertilizantes e aceleradores de crescimento, sejam defensivos agrícolas. O cultivo é cercado de outras plantas (flores, ervas e folhagens) que têm sinergia com os alimentos plantados. Elas trazem proteção contra insetos que podem prejudicar a plantação, atraem abelhas para ajudar na polinização e ajudam a manter o solo fértil e saudável. Dessa forma, é possível aproveitar tudo que o alimento oferece em sua integralidade. Estações do ano e as frutas da época Inverno Na antroposofia, o inverno é a estação em que entramos em contato com as nossas emoções e nos vemos como que em um casulo, vivenciando o mundo interno intensamente. Nessa época, elaboramos com maior contenção nossas reflexões, o que pensamos, sentimos, e o início dos projetos que virão a ser na explosão da próxima estação, a primavera! É essencial vivenciá-la em sua totalidade, pois as estações são espirais da vida que ocorrem na natureza a todo instante dentro e fora de nós, com características marcantes e de forma cíclica. A sugestão é sempre dar prioridade às frutas da época, mais doces, úmidas e de teor calórico maior, pois é quando precisamos dar energia para o corpo se manter aquecido. Kiwi, tangerina, morango, tâmara, banana nanica, mexerica, figo e laranja-lima também são alguns exemplos típicos do inverno. Outro ponto interessante é incluir na alimentação os temperos termogênicos, aqueles que esquentam o corpo, como noz-moscada, cardamomo, gengibre e canela. Esses cuidados ajudam a trazer mais conforto e bem-estar nos dias mais frios do ano. Afinal, nossa alimentação precisa estar coerente com o momento que vivemos. Leia também: Como melhorar a sua relação com a comida? Verão Já o verão é a estação do fazer, do movimento. Nessa época, desejamos sair, realizar tarefas e colocar para fora tudo o que guardamos e planejamos durante o inverno, tirando as ideias do papel. Precisamos de frutas mais refrescantes, priorizando as que têm potencial adstringente, que limpam e renovam as energias, como o anis-estrelado e o abacaxi. O verão inspira o romantismo, e combina perfeitamente com as frutas do amor, a exemplo do maracujá e da maçã. Neste período, o indicado é evitar alimentos gordurosos, priorizando as qualidades mais secas (sem gorduras) e frias (refrescantes). Carambola, coco verde, goiaba, pêssego e ameixa também são algumas das opções mais encontradas no verão. A primavera com sua explosão de cores e vida, assim como o outono com a queda das folhas em contraponto, são importantes períodos de transição, preparando a natureza para a grande “respiração”. Onde o inverno é a “inspiração” em que colocamos tudo para dentro para ser elaborado, e o verão é a “expiração” em que depois de elaborado, nós devolvemos essa inspiração ao mundo em forma de ação. Como incluir as frutas da época na alimentação? Muitas pessoas têm dificuldade de incluir as frutas da época na alimentação. Uma sugestão é fazer bolos e tortas de frutas ou mingau. O próprio preparo do prato é uma experiência a parte, que ajuda a vivenciar o melhor da estação e trazer para dentro de si todas as qualidades ofertadas por ela. Cereais, legumes e verduras também precisam fazer parte da rotina. Alguns hábitos como realizar atividade física, mantendo-se sempre em movimento e com hidratação adequada, são imprescindíveis para a saúde. A compra dos alimentos também é um momento que requer consciência, avaliar o alimento pode ser um processo: questionar a sua origem e se realmente ele é coerente com o estilo de vida que você deseja levar, assim como a quantidade comprada, para não correr o risco de desperdiçar alimento, e ter a oportunidade de variar os ingredientes semanalmente. Explore a variedade de opções disponíveis, considerando a sazonalidade de frutas, legumes, verduras, ovos e peixes. Boas compras! 🙂 Continue acompanhando meus conteúdos aqui no blog e confira mais assuntos como este!

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Nutrição antroposófica

Por que a nutrição antroposófica é a melhor opção?

A nutrição antroposófica traz um olhar integrativo sobre o homem em diversos aspectos da vida e vai muito além da alimentação, promovendo um despertar de consciência e uma mudança no estilo de vida da pessoa. Com um corpo e mente saudáveis, a alma também ganha mais leveza e tranquilidade para vivenciar as experiências de forma mais coerente. Em minhas consultas, trago a experiência de anos de dedicação e estudo sobre a complexidade humana. Tanto no campo das ciências ponderais, como a nutrição, fisiologia e bioquímica dos alimentos, como em suas correlações na ciência espiritual. O foco sempre é o paciente e suas possibilidades, e não somente a doença que se apresenta. Identificar o processo de adoecimento, seus gatilhos e condição clínica é importante para conduzir estratégias para reaver a saúde. A relação que estabeleço com o paciente é de cumplicidade e acolhimento, com espaço e abertura para que a pessoa se abra ao seu tempo. Assim, construímos um laço para seguirmos juntos rumo aos próximos passos de uma alimentação mais adequada. Quer saber mais sobre a importância da nutrição antroposófica? Separei alguns pontos abaixo: É mais do que alimentação A alimentação sempre teve um papel importante na vida do homem: desde os primórdios, comer é a fonte da sobrevivência. Embora essa relação tenha mudado ao longo dos milhares de anos, hoje entendemos que o alimento é um combustível que carrega energia, luz e força e tem um significado muito maior. Criando uma relação forte com o ser humano, a sua saúde e seu protagonismo aqui na terra. É justamente por isso que entendemos como um dos pilares da nutrição antroposófica a coerência entre o que comemos e os nossos objetivos, considerando as necessidades do corpo. O poder do alimento é maior do que imaginamos. Ele dá toda a estrutura para que você exerça a sua missão, equilibrando, integrando e fortalecendo o corpo, a mente e a alma. Atenção à origem dos alimentos Logo, entender de onde vem a comida que você coloca no prato todos os dias é essencial: a sua forma de produção impacta diretamente na digestão do seu corpo sobre aquele alimento e as qualidades que ele oferece para quem o consome. Em uma plantação de larga escala os agrotóxicos são usados para evitar a ação de seres considerados nocivos que prejudicam o cultivo, como ervas daninhas e pragas, prática muito comum no Brasil. Assim, o agricultor tem uma produção mais equilibrada e perde menos produtos. Vejo algumas complicações nesse cenário: além do perigo à saúde causado pelo uso dos agentes químicos, eles alteram também o caminho que a própria natureza percorre. Uma planta com agrotóxicos costuma ser mais fraca porque não criou a resistência para se defender e carrega todas essas modificações com ela até chegar ao seu prato. Além da própria terra da plantação que fica “doente”, por toda a exploração química e alterações externas. Transgênicos Outro ponto que chamo a atenção são os transgênicos. O pequeno “T” avisando a presença dessa mudança genética no alimento pode ser encontrado nas embalagens de diversos itens como salgadinhos, pipocas, dentre tantos outros. Há uma lista extensa que já faz parte da cadeia alimentar do brasileiro, como milho e soja. Nesse caso, vejo o propósito central para o uso dessa prática: tornar o alimento resistente a pragas, com menos agrodefensivos, fazendo com que a plantação seja mais equilibrada. Novamente chegamos a um momento de reflexão, pois esse cultivo modificado, além das inúmeras implicações à saúde, perde força anímica e proteção. Leia também: Como melhorar a sua relação com a comida? Agricultura orgânica e biodinâmica Então você pode me perguntar: certo, mas então como mudo a minha alimentação para priorizar itens com uma origem mais saudável e responsável? A resposta está nos pequenos produtores, o CSAs (Comunidade que Sustenta a Agricultura), agricultura familiar e a agricultura biodinâmica. São meios de produção que prezam pela saúde da terra e pelo cuidado com cada etapa do cultivo. O trabalho desenvolvido por eles vai muito além da produção em si, pois tem responsabilidade social e econômica, trazendo essas qualidades para o consumidor final. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, hoje em dia é fácil chegar até esse tipo de alimento e apoiar essa cadeia de produtores. Você encontra lojas e feiras orgânicas espalhadas pelas cidades, além de poder fazer até uma assinatura mensal para receber em casa alimentos selecionados a dedo por esses profissionais. São cestas cheias de variedade que costumam ser uma surpresa muito agradável e tornam o ato da refeição mais colorido e diversificado.  Desenvolvendo uma consciência Todo esse processo de avaliar o alimento, questionar a sua origem e se realmente ele é coerente com o estilo de vida que você deseja levar, faz a diferença para manter a saúde em dia. Inclusive para quem deseja emagrecer, desenvolver essa consciência é essencial, pois precisamos buscar um desfecho coerente em tudo o que realizamos em nossas vidas. Por isso, no meu consultório tenho um olhar para a integralidade do paciente, a complexidade, ritmo e vontade dessa pessoa. Assim é possível contribuir justamente para essa consciência e ser o protagonista da sua individualidade. E posso dizer com segurança: não há contraindicações para a nutrição antroposófica, a minha ferramenta de trabalho tem os melhores efeitos colaterais possíveis para a saúde: o bem-estar e a qualidade de vida! Quer conversar mais sobre esse assunto? 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Nutrição antroposófica

Conversa com a Renata S. Eisenmann: A nutrição e as doenças crônicas

Em minha experiência com a antroposofia aplicada na nutrição e farmacologia, posso afirmar que cada pessoa é um universo próprio, com as suas particularidades, desejos, história e necessidades. O tratamento de um paciente com doença crônica começa com o despertar da sua consciência em relação ao seu corpo e aos fatores que essa doença envolve e exige. Na antroposofia, entende-se que a nutrição fornece uma estrutura para esse despertar da consciência, promovendo uma vida mais harmoniosa e coerente, sintonizada com as necessidades do corpo físico e da alma. Quer saber de que forma a nutrição antroposófica proporciona essas ferramentas? Eu conto para você. A nutrição e a consciência   Partirei de um princípio que trago comigo: se alimentar é mais do que saciar a fome, é uma das formas de nutrir a alma. Esse princípio se estende ao contexto social, bem como espiritual e tudo o que nos cerca. Nutrir-se é também relacionar-se com o outro, ler livros, ouvir música e tudo mais que consumimos e colocamos para dentro do nosso universo particular. Cada pequena informação ou alimento que consumimos gera um impacto nesse universo, pode ser grande ou pequeno, harmonioso ou desestruturante. É por isso que nosso primeiro passo é em direção ao despertar da consciência. Estejamos atentos e presentes no agora. As mudanças que vão chegando acontecem de forma gradativa, não há milagre! Cada pessoa tem um tempo e ritmo particulares e isso precisa ser respeitado. É preciso ter paciência com quem ainda não chegou no momento de compreender a importância e a grandiosidade desse processo. “As pessoas descobriram que muitas moléstias da época moderna devem ser atribuídas ao estilo de vida atual, e se o homem quer tornar-se senhor do seu organismo, deve escolher conscientemente a sua alimentação”, segundo R. Steiner. Vamos falar sobre patologias? Apresentei a você um pouco sobre como é o acolhimento da nutrição antroposófica quando se trata de um paciente com doença crônica. Um dos pontos que chamo a atenção é a substituição de um alimento por outro alternativo, adequado à patologia, mas que não colabora para um despertar da consciência. Por exemplo, um diabético que não pode comer doces, parte para os adoçantes. Ou um celíaco que não pode comer glúten, substitui o pão de trigo por pães de outros farináceos. Agora, por que a simples substituição pode ser perigosa? Por não promover uma consciência das causas da patologia, sendo assim, as mudanças de estilo de vida que precisariam acontecer para o reequilíbrio desse sistema não acontecem! E pior, ficam mascaradas pela conveniência da substituição fácil de um alimento pelo outro. Chamo isso de “trocar seis por meia dúzia”, ou seja, não muda nada! Tratar o sintoma não é tratar a raiz da questão. Causas das doenças As causas das patologias podem estar relacionadas tanto a processos físicos e anímicos quanto cármicos. E a nutrição pode encaminhar, tratar os sintomas e auxiliar no equilíbrio anímico. Vale lembrar que a nutrição é fundamental e, diante dessa complexidade, o tratamento multidisciplinar com outras terapêuticas associadas é muito importante. Também precisamos prestar atenção na sistematização dos alimentos: o pão, o leite, a manteiga de todas as horas, assim como qualquer alimento que esteja presente diariamente mais de uma vez por dia. O corpo precisa de variabilidade de nutrientes ao longo da semana. Como conseguir um corpo saudável sendo alimentado sempre com as mesmas “coisas”?? Não tem problema um diabético comer um alimento com adoçante eventualmente, mas o que geralmente acontece é o “doce de todo o dia” com adoçante. Tamanha é a frequência da ingestão desse produto que ele se torna um malefício para o organismo. Haja fígado para metabolizar tanta química… Leia também: Renata S. Eisenmann: Especialista em Nutrição Antroposófica e Clínica Funcional Doenças Inflamatórias Intestinais (DII’s) Pacientes com DII’s, tem um prejuízo muito grande na absorção dos nutrientes por conta de um processo inflamatório constante que faz com que o intestino fique todo machucado e com cicatrizes, perdendo as suas vilosidades (regiões de absorção dos nutrientes no intestino). Como agir nessa situação? Alimentos como carnes vermelhas, açúcares e carboidratos simples aumentam a inflamação e o desconforto. Causam flatulência, dores abdominais e cólicas, resultando em processos de fermentação que impactam na microbiota intestinal. Por serem macromoléculas, o glúten e a caseína (proteína do leite), nesse caso, podem ser “inimigos ocultos”. Eles fermentam e machucam o intestino, causando ainda mais inflamações e cicatrizes, um processo de reparação irreversível. As patologias com intervenções medicamentosas Normalmente as doenças crônicas necessitam de terapias medicamentosas, muitas vezes de forma contínua. Para essas situações é preciso avaliar a bioquímica dos alimentos que podem interagir com os fármacos. A interação de certos alimentos com medicamentos específicos pode diminuir ou potencializar os efeitos do fármaco, alterando a posologia adequada. Portanto, é necessário elaborar uma estratégia alimentar que além de nutrir e tratar o paciente, também não cause interação com os medicamentos usados. Essa tríade, alimento + patologia + medicamento, deve andar de mãos dadas e ser ajustada sempre que necessário, para a segurança e bem-estar do paciente. Isso faz com que o alimento seja um remédio para o corpo e contribua para uma melhora e estabilização da doença. E quais são os próximos passos? Além da substituição necessária dos alimentos que podem prejudicar ou serem inadequados a cada caso, é preciso começar a trilhar novos caminhos de conscientização que envolvem novos hábitos alimentares. Assim como a procedência do alimento e suas formas de preparo, trazendo consciência de todo o processo, desde a escolha do que se coloca no prato, até os aspectos sociais e de sustentabilidade desse alimento. Aqui lanço mão de toda a minha experiência como profissional da nutrição e da visão antroposófica para orientar o paciente nessa nova jornada!

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Alimentação Saudável

Checklist básico para uma alimentação saudável

Nós somos seres com biografias, contextos ambientais e sociais diferentes, portanto, com necessidades igualmente diferentes. Agora, como ter coerência entre o físico e o mental para que tenhamos uma alimentação saudável e um estilo de vida de acordo com nossos valores e princípios? Afinal, podemos ter uma boa higiene mental, mas se comermos fritura todos os dias no almoço, por exemplo, caminharemos em direção à incoerência. Não adianta termos cuidado com a mente e o espírito se o corpo não está na mesma sintonia. É preciso harmonia! O primeiro passo é saber por que mudar: há milhares de anos as pessoas vêm se adaptando ao meio em que estão inseridas. Mas, muitas dessas transformações acontecem como um processo evolutivo. Se você realmente refletir sobre os motivos pelos quais está em busca de um outro estilo de vida, priorizando sua saúde e bem-estar, as respostas vão ajudar a guiá-lo nesse novo desafio. E por onde começar? Cito abaixo 3 pilares de uma alimentação saudável pensando sempre no corpo e na mente. Eles conectam nossas necessidades fisiológicas com as espirituais, seguindo uma abordagem da nutrição antroposófica. 3 pilares para começar a ter uma alimentação saudável Antes de começar a colocar nosso checklist em prática, é importante consultar um profissional da saúde. Isso porque cada pessoa possui necessidades diferentes, como por exemplo, patologias que demandam cuidados especiais. Essas particularidades podem mudar completamente o uso e abordagem dos alimentos. Movimento Quando pensamos em alimentação saudável precisamos ir além. Afinal, somos o que comemos, e a forma como cuidamos do nosso corpo, mente e espírito, impacta diretamente na nossa saúde e qualidade de vida. Praticar atividades físicas com frequência ajuda a: Ingestão de água Provavelmente você já ouviu falar que nosso corpo é composto, em boa parte, de água. A falta dela afeta diretamente as nossas funções básicas, pois é a água que faz com que tudo funcione de acordo, como o óleo nas engrenagens de um motor. A água ajuda a desintoxicar nosso organismo, eliminando toxinas que ele mesmo produz, aumenta os processos metabólicos e melhora nossa oxigenação celular, além de diversos outros benefícios. Minha recomendação para ajudar a saber qual a quantidade ideal para o seu corpo é: fique com uma garrafa durante o dia e observe quantas vezes foi necessário enchê-la. É importante salientar que 2 pessoas com o mesmo tamanho e altura precisam ingerir quantidades diferentes de água. Isso porque são pessoas diferentes, com necessidades distintas. Por exemplo, se houver uma patologia envolvida, é preciso analisá-la e ver como a ingestão de água pode impactar no tratamento. Alimentação saudável e os ultraprocessados  Com uma rotina atribulada, muitas pessoas optam por fast-foods e os chamados ultraprocessados, como o cappuccino pronto e salgadinhos. Esses produtos alimentícios alteram o alimento de origem e costumam ter adição de conservantes, sal, açúcar, dentre outros. Além do aumento de calorias, que leva à obesidade, essas comidas podem estar ligadas a diversas outras patologias. Por isso, para começarmos o caminho em busca de uma alimentação saudável, encontrar alternativas para os processados e ultraprocessados é fundamental. Com esses 3 pilares, é possível sentir uma verdadeira transformação, a começar pelo aumento da energia para as atividades diárias, até prevenir doenças crônicas, como diabetes e hipertensão. Leia também: Qualidade de vida por meio da nutrição antroposófica Como aliar essas mudanças com o estilo de vida? Para começar a mudar os hábitos, é necessário ter dedicação, pois é uma transformação gradativa. Confira algumas recomendações que separei: Em quais alimentos devo apostar? Para ter uma alimentação saudável compatível com as necessidades do seu organismo, é essencial ter a ajuda de um especialista. Mas há alguns tipos considerados “indicados” em muitos casos, como: In natura ou minimamente processados para uma alimentação saudável Provém diretamente da origem animal ou vegetal, como ovo, leite, frutas, verduras e legumes. Além de milho, arroz, feijão, grão-de-bico, entre outros que fazem parte da nossa alimentação, mas que por vezes não ingerimos com frequência. Alimentos biodinâmicos  A agricultura biodinâmica segue os princípios antroposóficos. Os alimentos são cultivados pensando nas relações do homem com a terra e sua existência como um todo. Por isso, são livres de agrotóxicos e transgênicos, priorizando o natural, o que vem da terra. Comece também por realizar boas escolhas no mercado, observando as propriedades dos alimentos e seus benefícios para o organismo. Por onde começar a ter uma alimentação saudável? É importante entender que o alimento impacta todos os nossos sistemas. No caso do sistema neurossensorial, por exemplo, tudo o que comemos impacta de forma positiva ou negativa os órgãos que o compõem e o seu bom funcionamento. Para começar o processo de mudança para uma alimentação saudável, que tal substituir o clássico pão na chapa com café por uma batata-doce com azeite e ervas aromáticas ou um mingau de chia com leite vegetal e frutas da época? Ou fazer um lanche da manhã com um creme de abacate, que dará mais energia e manterá seu organismo funcionando de forma mais ativa? Há um longo caminho a percorrer, mas com os cuidados certos e um acompanhamento de um especialista, é possível mudar e muito. Conte comigo para isso! Clique no botão abaixo e me chame para uma conversa!

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