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Alimentação Saudável

Como o nosso corpo interage com a suplementação?

Nosso corpo tem sabedoria própria e consegue adquirir tudo o que necessita a partir de uma nutrição adequada, balanceada, viva e rica em vitaminas, fibras e minerais. Sempre existe uma alimentação apropriada para cada objetivo na vida, promovendo um atuar na terra mais consciente e, portanto, mais assertivo frente aos nossos anseios e necessidades.  Em função de carências a partir de doenças, restrições, condição de subnutrição, atividade física intensa ou de alto rendimento, e para complementar valores nutricionais em determinadas fases de vida adulta, como gestação, senescência, adolescência e primeira infância, podemos necessitar de suplementação para adequar o fornecimento das substâncias que o corpo necessita na medida correta. Como é o processo de suplementação e o que são os suplementos? “Suplementos alimentares” é o termo correto quando falamos em “suplementos”. Eles são compostos por macronutrientes, como carboidratos, proteínas e lipídeos, e micronutrientes compostos por vitaminas, minerais, fibras solúveis e insolúveis, enzimas* e cepas probióticas. *A saber: as enzimas são proteínas específicas que regulam o metabolismo pela velocidade das reações físico-químicas e as cepas probióticas compõem nossa microbiota.  O processo de suplementação precisa ter começo, meio e fim, salvo em casos de carência crônica de causa patológica, necessitando de suplementação vitalícia para sustentar os processos metabólicos. Os bons hábitos alimentares, a partir da variabilidade de cereais integrais, frutas, legumes, verduras e proteínas animais ou vegetais, NÃO devem ser substituídos por shakes vitamínicos, como nos casos de dietas da moda, o que pode acarretar uma importante debilidade metabólica.  As suplementações, na maioria das vezes, podem ser ingeridas próximo a alguma refeição para entrar em sinergia com o restante dos alimentos. Já outras vitaminas, aminoácidos e minerais, devem ser suplementados longe de refeições ricas em macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídios) para terem melhor biodisponibilidade.* Cada tipo de suplementação requer orientação específica de um prescritor habilitado: consulte SEMPRE um nutricionista para as orientações e adequações corretas. O nutricionista é o profissional com habilitação e o mais adequado para “navegar” no mundo das suplementações.  É necessário ter uma prescrição? SIM! A prescrição correta é fundamental para a segurança de doses adequadas e considera uma série de variáveis, como condição clínica, fase de vida, contraindicações, como hipersensibilidade, objetivos e necessidade do paciente. A escolha do tipo de suplementação, doses e tempo de uso estão pautados em uma anamnese, feita junto ao paciente que contempla história pregressa, alergias, hábitos alimentares, estilo de vida, tipo de trabalho que exerce, exames laboratoriais, sinais e sintomas, entre outras questões que o indivíduo apresenta.  A “autossuplementação” sem a correta orientação pode trazer complicações. Por exemplo, a ingestão inadequada de uma “simples” vitamina D, que é facilmente encontrada nas prateleiras das lojas de suplementos e farmácias, poderá promover processos de esclerose, ou seja, de endurecimento em partes moles do organismo, como é o caso do “endurecimento” de artérias e veias. A Vitamina D, cuja função mais conhecida é a mineralização óssea, é considerada um hormônio, tamanha sua relação com a saúde metabólica. Portanto, repito: consulte SEMPRE um especialista habilitado para iniciar qualquer tratamento. Fórmulas manipuladas ou suplementos prontos? DEPENDE! Para atender especificamente a necessidade do indivíduo, fórmulas manipuladas são verdadeiras preciosidades, no entanto, dependendo do diagnóstico ou condição que o paciente apresenta, podemos encontrar pools de suplementos alimentares de boa procedência e com produção em quantidades adequadas.   Leia também: Conversa com a Renata S. Eisenmann: A nutrição e as doenças crônicas É preciso fazer exames para definir uma suplementação?  É recomendável fazer exames antes de iniciar qualquer tratamento, porém em alguns casos, uma avaliação de sinais e sintomas associados ao recordatório alimentar em indivíduos saudáveis pode ser suficiente para iniciar algum tipo de suplementação para complementar as necessidades diárias.   Frente a qualquer diagnóstico médico de patologia ou relato de queixas do paciente indicando sinais e sintomas claros, é importante que se tenha um panorama bioquímico para iniciar uma abordagem alimentar ou fitoterápica, assim como medicamentosa.  Mas lembre-se, suplementação alimentar tem começo, meio e fim, salvo algumas situações de carência crônica diagnosticada. De nada adiantará usar suplementação alimentar se não houver mudanças de hábitos para corrigir a verdadeira causa do problema. Começar por mudanças de hábitos nutricionais é a forma mais inteligente e segura!  O que é biodisponibilidade em Nutrição? É a capacidade do organismo de absorver e aproveitar as substâncias dos alimentos que ingerimos, ou seja, realizar a biotransformação. Podemos ajudar a melhorar a biodisponibilidade de micro e  macronutrientes ao preparamos as refeições Um exemplo: o clássico complexo ferro vs. cálcio. Quando idealizamos uma refeição rica em ferro, algumas combinações podem fazer com que a biodisponibilidade do ferro que tanto queremos fornecer ao organismo seja muito prejudicada. Preparações que levam carne, naturalmente rica nesse elemento químico e leite ou derivado do leite rico em cálcio, tem essa característica: quando esses dois elementos estão juntos numa mesma refeição, fazem com que o cálcio, por competição, “ganhe” na biodisponibilidade em detrimento ao ferro.  Duas preparações muito apreciadas por nós, strogonoff e filet à parmegiana, infelizmente, são exemplos dessa má combinação nutricional. Outro exemplo clássico é o creme de espinafre: o ferro contido no espinafre não consegue ser aproveitado pelo organismo em função do cálcio presente no leite ou creme de leite que impede que o ferro seja biodisponibilizado. Saber com antecedência quais alimentos vão entrar na geladeira da semana é um bom primeiro passo para organizar um cardápio sem gafes nutricionais. 🙂 Uma alimentação equilibrada é fundamental para a saúde As cores da natureza sempre falaram por si, tanto no mundo animal quanto no vegetal, e na nutrição não é diferente. Quando preparamos uma refeição trazemos através das cores dos alimentos nutrientes bem específicos.  É o caso, por exemplo, de verduras escuras, mais ricas em ferro, as frutas roxas carregadas de substâncias fotoquímicas ou fitosteróis de grande importância anti-inflamatória.   Fique atento à sazonalidade, assim é possível fazer escolhas variando os alimentos que a época oferece, com melhor qualidade e sabor, mais economia e menos agrotóxicos.  Leia também: Confira o guia completo de frutas da época

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Da gestação ao aleitamento materno: como repensar hábitos?

A preparação para a chegada do novo membro da família é tão ou mais importante que o próprio nascimento. Hábitos do casal de toda ordem devem ser repensados, vamos nos ater a dois deles referentes à Nutrição, o ambiente e a alimentação.   Um ambiente que deve ser tranquilo, harmonioso, ter sua beleza própria e ritmo. Por mais agitados que sua cidade ou bairro sejam, dentro do lar é possível a construção de um ambiente seguro e harmonioso. Arejar a casa, mantê-la limpa e em ordem promove a funcionalidade de tudo o que há nela, nos dá o “ar” de tranquilidade, e o ritmo particular da casa começa a nascer e ser constituído. Conversas e discussões permeadas por respeito fazem parte, assim como determinados estilos de música que trazem leveza e aconchego ao ambiente.  O quanto antes da concepção a alimentação do casal for repensada e adequada, melhor! Pense na qualidade celular e metabólica desse corpo feminino que gestará por nove meses um novo ser. E não só da mãe devemos cuidar, mas também do pai em relação à qualidade dos espermatozoides. Eles farão um verdadeiro rally no corpo da mulher em busca do grande prêmio de ser o melhor para a fecundação do óvulo! Alimentos frescos, livres de substâncias químicas, ricos em nutrientes como zinco, selênio, magnésio e fósforo não podem faltar na alimentação do candidato à pai.  Mesmo que a chegada do bebê seja uma surpresa, sempre será a hora de trazer todos esses elementos para a prática do novo dia a dia ^.^ Ao nascer o aleitamento materno exclusivo é a alimentação mais apropriada, natural e benéfica para o bebê. O leite produzido pela mulher, seja na condição de mãe ou ama de leite, pode ser doado a bancos de leite, destinados às crianças, que por algum motivo, não tenham a oportunidade de serem amamentadas assim que nascem.  Repensar o que vai à mesa Vamos ampliar o conceito da boa Alimentação para a boa Nutrição: uma boa alimentação pode ser sinônimo da presença de cereais integrais, frutas, verduras e legumes frescos, sempre variados na mesa do dia a dia. Uma boa nutrição também pode ser entendida como a ausência de alimentos e hábitos que intoxicam e dificultam processos metabólicos. Uso de tabaco, bebidas alcoólicas, consumo de produtos industrializados e a prática do fast food podem ter um peso muito grande no desenvolvimento do bebê e até ser determinante para o surgimento de algumas doenças.  Hábitos saudáveis não são privilégios apenas para as candidatas a serem mães, mas também para os futuros pais. Boas noites de sono, descansar, contemplar, fazer uma atividade física compatível com sua condição, hidratação adequada e ter algo como um hobby, podem ser determinantes positivos para o desenvolvimento saudável da nova família.  Leia mais: Alimentação infantil: Renata S. Eisenmann fala sobre o impacto na construção do ser O que comer e o que não comer? A gestante necessitará de energia e nutrientes extra durante a gestação, pois carregará ao menos um bebê. Não falo em comer “por dois”, mas em melhorar a qualidade da alimentação e disponibilizar o necessário para essa condição tão especial. Frutas, verduras, legumes e fibras devem estar no cardápio, assim como grãos integrais, carnes magras e ovos.  Alimentos muito gordurosos, ricos em calorias vazias (sem fibras) e pobres em nutrientes devem ser evitados. Ingerir esse tipo de alimento pode levar a gestante e o bebê ao nascer, a condições patológicas momentâneas ou que poderão ser gatilhos para o desenvolvimento e consolidação de doenças e síndromes na vida adulta.  O corpo da mulher, aleitamento e puerpério A mulher já percebe mudanças na mama a partir da 9ª semana de gestação. As mamas e os mamilos podem ficar mais sensíveis e muitas mulheres sentem dor até o parto. Porém, para a maioria delas, esse desconforto desaparece a partir do terceiro trimestre de gravidez. O que acontece no corpo da mulher durante o aleitamento materno? Essa é uma pergunta que todas as gestantes fazem principalmente as que esperam seu primeiro filho. Uma palavra diferente: puerpério. Afinal, o que é?  Logo após o nascimento da criança, a mulher passa ainda por muitas transformações. O puerpério é o período que decorre desde o parto até que os órgãos genitais e o estado geral da mulher voltem às condições anteriores à gestação. É um momento em que o corpo passa por modificações físicas, hormonais e emocionais.  Durante essa fase, as emoções ficam à flor da pele, a fadiga e a vontade de chorar aumentam. Por isso, é fundamental o acolhimento de todos que estão a volta da nova mãe, seu parceiro(a) e parentes e amigos mais próximos, como uma rede de apoio. Esse é o momento para se fazer valer de toda a preparação e construção de uma atmosfera harmoniosa, saudável e segura de antes e durante a gestação. Hábitos alimentares bons e ruins Durante o aleitamento materno, hidratação adequada e as melhorias que foram feitas na alimentação na fase pré e gestacional, devem ser mantidas, isso ajudará na produção do leite e na manutenção da sua qualidade.  Que alimentos a mãe precisa evitar? Alimentos fermentativos como, carboidratos simples, doces, açúcares de adição, leguminosas sem processo de remolho, bebidas estimulantes como café e chá verde, chocolate e alta quantidade de fibras. Tudo isso compromete a qualidade do leite materno e o bem-estar do bebê. Frituras, embutidos, como presunto e salsicha, ultraprocessados, enlatados, refrigerantes e alimentos industrializados e com alto teor de gordura e baixo valor nutricional devem ficar SEMPRE distantes! Sempre mesmo. Leia mais: 3 receitas saudáveis indicadas por Renata S. Eisenmann Educação da vontade A educação da vontade faz parte do desenvolvimento humano, ela se faz presente pela tomada de consciência responsável sobre todos os assuntos que se relacionam com nossa expressão terrena. Na escolha da alimentação e melhoria dos hábitos, a educação da vontade é amplamente exercitada, seja pela restrição de determinados produtos alimentícios ou pela inclusão de outros alimentos e formas de cocção benéficas para o momento.  Produtos alimentícios, popularmente conhecidos como produtos

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Alimentação Saudável

3 receitas saudáveis indicadas por Renata S. Eisenmann

Manter uma alimentação balanceada é fundamental para ter uma vida coerente e equilibrada. Escolher receitas saudáveis, que ofereçam todas as vitaminas e nutrientes necessários para cada refeição faz toda a diferença e pode ser uma aventura de grandes descobertas na cozinha! Separei sugestões de receitas interessantes de acordo com cada momento do dia. Lembrando que é importante ter ingredientes de boa qualidade. Atente-se para fazer as devidas adequações nas receitas caso tenha alguma patologia com restrições alimentares ou alergias, tudo bem? Receitas para o café da manhã Cada refeição precisa ser feita adequadamente, então nada de pular o café da manhã – ele é essencial pois é o primeiro “combustível” que fornecemos ao nosso corpo, determinando como será o nível de energia e comportamentos alimentares do dia todo. Muitas pessoas optam pelo mais prático, mas quase nunca é a melhor escolha. O famoso pão na chapa com manteiga e o leite com achocolatado, deixará seu corpo e raciocínio leeennntooo..! Pode até ter aquela energia no início, mas até o final da manhã, ela vai indo embora, deixando uma sensação de fome, cansaço, sonolência, além dos riscos que essa prática contínua pode trazer. Por onde começar a planejar o café da manhã?! É importante que a primeira refeição do dia tenha todos os macronutrientes: carboidratos, proteínas, gorduras, fibras e vitaminas. Por isso é essencial incluir opções frescas, vivas e naturais trazendo vitalidade! Minha primeira sugestão dessa seleção de receitas saudáveis é o müsli, mas nada daqueles prontos de caixinha, ok? Müsli Essa é uma receita criada pelo médico Maximilian Bircher-Benner há mais de 100 anos! Ingredientes: 1 pote de iogurte natural (170 g) ½ xícara (chá) de leite 1 colher (sopa) de mel mais 2 colheres (chá) para finalizar 1 colher (sopa) de sementes de linhaça dourada ¼ de xícara (chá) de aveia 1 maçã tipo fuji caldo de ½ limão 1 colher (sopa) de nozes tostadas e picadas 1 colher (sopa) de uvas-passas brancas Modo de preparo: Em uma tigela, coloque o iogurte, o leite, a aveia, a linhaça e o mel. Misture e tampe (ou cubra com filme). Deixe na geladeira por 12 horas. Na manhã seguinte, lave, seque e corte a maçã ao meio, no sentido do comprimento. Corte cada metade em dois. Retire as sementes e rale os pedaços de maçã sobre uma tigela, utilizando a casca como proteção para os dedos. Adicione e misture o caldo de limão. Junte o müsli mexa bem. Salpique as nozes e as uvas passas, finalize com mel e sirva a seguir. Por que o müsli para a 1ª refeição do dia? Ah, essa resposta é simples! Ele tem todos os macronutrientes contidos em seus ingredientes, é uma refeição completa, muito gostosa e que traz saciedade. Tudo o que o corpo precisa para enfrentar um dia cheio de desafios. Outra sugestão são as overnight oats (no bom e velho português, aveia adormecida). Há muitas possibilidades para explorar as receitas de aveia adormecida, sempre fáceis de preparar e que podem ser um ótimo lanche da tarde. Você pode prepará-las com antecedência para o dia seguinte. Uma sugestão: aveia, manga, coco, água e chia. Coloque tudo em um recipiente e leve a geladeira por no mínimo 6 horas – pode deixar a noite toda. No dia seguinte estará pronta, com a consistência de pudim e um sabor delicioso. Leia também: Guia completo de frutas da época Vamos para o almoço? Farei uma proposta, que tal um dia sem carne? A proteína animal é uma substância que nos dá muita força de ação, e consumi-la todos os dias pode promover desequilíbrios em nossa atuação aqui na terra, afinal tudo é uma questão de equilíbrio, harmonia e coerência. Além do mais, consumir carnes todos dias exige que o processo de digestão seja adequado começando pela boa mastigação porque afinal de contas, estômago não tem dentes…… A digestão das carnes exige também um metabolismo que esteja plenamente saudável, produzindo enzimas suficientes para que, ao chegar no intestino humano, não cause um desequilíbrio nas bactérias residentes, do contrário teremos um ambiente toxico e pouco saudável. Uma boa sugestão é um hambúrguer de falafel da Chef Andrea Henrique. Hambúrguer de falafel Ingredientes: 100 gramas de grão-de-bico 50 gramas de cebola (meia cebola) 1 colher de chá de alho picado 2 colheres de sopa de azeite extravirgem ou óleo de coco 1 colher de farinha de glúten ou amido de milho para dar liga 1 colher de chá de coentro picado 1 colher de café de pimenta síria 1 colher de café de cominho Sal do Himalaia ou marinho Modo de preparo: Para o hambúrguer: Coloque o grão-de-bico para hidratar por 8 horas em 300 ml de água. Depois de tratado, escorra a água do grão-de-bico (despreze essa água), depois lave bem os grãos em uma água corrente. Leve ao processador por alguns minutos até triturar bastante os grãos e fazer uma massa. Retire do processador e leve-a para uma tigela. Adicione a farinha sem glúten e o azeite, depois sove com as mãos. Acrescente o restante dos ingredientes e volte a misturar com as mãos. Faça bolas de 150 gramas e depois amasse – use uma frigideira antiaderente para grelhar o hambúrguer dos 2 lados em fogo baixo. Retire da frigideira, coloque a salada em cima e sirva. Lanche da tarde Não passe o dia todo sem se alimentar, jejum desnecessário pode levar a informação errada para o cérebro, algo como: “não tem comida e preciso armazenar!”, então aproveite e faça boas escolhas para esse momento. “Repetecas” convencionais de café da manhã, processados como bolachas recheadas, bolos ou salgados não são interessantes. Lanches servem para fracionar o total de alimentos que te cabe no dia e oportunidade para inserir alimentos que tenham riqueza de nutrientes, vitaminas e fibras.   Opte por pequenas porções de receitas saudáveis que incluam frutas, castanhas ou petiscos com legumes, como uma pasta à base de inhame com peixe ou homus com pepino. Leia também: Checklist básico para uma alimentação saudável Jantar, um

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Alimentação infantil: Renata S. Eisenmann fala sobre o impacto na construção do ser

A alimentação infantil é primordial para o desenvolvimento da criança e sua constituição ao longo de toda a vida. Isso principalmente quando entendemos que a nutrição é mais do que a comida que vai no prato, em verdade, a nutrição é tudo o que envolve e cerca o indivíduo, desde a forma como vivencia as experiências, o ambiente em que está inserido, até a elaboração seus anseios e relacionamentos. E eu não poderia começar esse assunto de outra maneira senão falando sobre os pais antes da gestação. A alimentação do homem precisa ser cuidada, contando com vitaminas que estão relacionadas com a produção de esperma, a exemplo do zinco. É ideal que tenha uma vida ritmada sempre que possível, com bons hábitos, evitando cigarros, bebidas alcoólicas e fast food, que comprometem a qualidade biológica e anímica da matéria primordial que originará esse novo ser. A mulher especialmente deve se preparar para um estado de graça. Ter a disponibilidade de receber e gerar um ser, não é tarefa fácil! Deve-se cuidar desde a ambientação em cor, sabor, cheiros, boas conversas, cultivar a paz interior, ainda que por vezes tenha que enfrentar uma rotina pesada. A mulher não deve ter uma alimentação que “valha por dois”, mas sim equilibrada. Rica em nutrientes variados, com uma boa hidratação, alimentos frescos e sustâncias adequadas para garantir o desenvolvimento do feto e suportar as mudanças diárias que o corpo e o espírito serão submetidos nesse processo. Além dos hábitos do casal, todos os familiares e amigos que de alguma forma participam da gravidez são corresponsáveis em manter um ambiente saudável, contribuindo com a segurança e a estrutura desse novo ser que está chegando. Tudo o que é feito antes e durante a formação do pequeno, o afeta diretamente e indiretamente. Durante a gestação   Tendências genéticas e pré-disposições a determinadas patologias, podem ser definidas no período de antes e durante a gestação, o que chamamos de imprinting metabólico. Algumas dessas patologias são diabetes, intolerâncias, doenças renais e obesidade.  Além da alimentação, o ambiente salutar é bem-vindo, pois situações traumáticas e estressante durante a gestação podem determinar, mais tarde, prejuízos no desenvolvimento da criança. Leite materno é o cerne da alimentação infantil A partir do segundo trimestre de gestação, a mulher já percebe mudanças na mama, é a preparação para a produção de leite. A disponibilidade do leite materno surge assim que o bebê nasce, nos primeiros dias é uma secreção de caráter imunológico, o colostro, um pool de imunoglobulinas e vitamina A (um batalhão de defesas)!  Nesse momento, é tudo o que o bebê precisa, por isso o aleitamento materno na alimentação infantil é tão importante, assim como o alimento que a mãe ingere. O leite materno é perfeito, feito sob medida, sem precisar de mais nada. Cria as defesas necessárias, protegendo-a no futuro contra alergias, infecções, doenças autoimunes e crônicas. Por isso, o ideal é que o aleitamento materno seja exclusivo por 6 meses, sempre que possível.  Além disso, o ato de amamentar aproxima o pequeno, criando um laço, um vínculo fortalecido e seguro com a mãe, físico e emocional. No entanto, algumas mulheres produzem leite por pouco tempo ou nem chegam a produzir, isso pode acontecer em situações de estresse, histórico de distúrbios hormonais ou depressão pós-parto. Nesses casos, é necessário recorrer à alimentação infantil artificial e é possível fazer adaptações com fórmulas. Vale lembrar que nessa situação, a introdução alimentar é antecipada, exigindo maior atenção na qualidade dos alimentos oferecidos ao bebê. Introdução alimentar sólida Em um desmame regular, que acontece por volta dos 6 meses de vida da criança, a introdução alimentar inicia seu processo. Nesse momento, é importante entender o ritmo da criança e aos poucos incluir frutas, legumes e cereais no cardápio diário, ainda sendo o leite materno o principal alimento. Entre uma mamada e outra comece pelas frutas, pois seu sabor adocicado se assemelha ao leite materno, assim são mais fáceis de serem aceitas. Ofereça um pedaço grande entre uma mamada e outra para que a criança desenvolva um bom relacionamento com a comida. Trabalha o tato, o paladar, olfato e o movimento da boca que precede a mastigação. A cada semana, a criança pode experimentar algo diferente, e caso realmente não goste do alimento, vale deixar a opção de lado e tentar mais tarde, as vezes o sistema digestório da criança ainda não está preparado para receber aquele alimento. Anote, faça uma listinha dos itens que não a agradaram para introduzi-los depois. Lembre-se, dentro da sazonalidade você também encontrará alimentos próprios para cada fase. Na alimentação infantil de forma geral, os líquidos, sobretudo a água, são essenciais e complementam as preparações de alimentos pastosos e sólidos como o purê, papinhas e cereais em forma de mingau. É preciso cuidar da qualidade desses alimentos. Para que então possa evoluir na quantidade, adquirindo um ritmo bom até o pequeno adquirir uma segurança e maturidade com o que está ingerindo. O segredo está em entender que esse processo é uma transição, que demanda paciência, carinho, adaptações, erros e acertos. Leia também: Checklist básico para uma alimentação saudável Por que ofertar cereais na alimentação infantil? Os cereais integrais, por exemplo, são ricos em componentes primordiais, como as vitaminas B1 e B6. Que ajudam no desenvolvimento do cerebrosídio (lipídeos encontrados nas membranas das células neurais). Já os legumes e frutas são carregadas de vitaminas e minerais essenciais para um crescimento saudável.   A alimentação infantil fundamenta a constituição da criança, ossos, órgãos, cérebro e suas conexões. A criança gasta energia pelo constante crescimento, a todo tempo suas células estão em processo de construção e regeneração, sendo necessário oferecer matéria prima de alta qualidade. A deficiência desses nutrientes na infância como a vitamina A, C e todo complexo B, pode comprometer seu desenvolvimento regular. Deficiências de vitaminas e minerais que fazem parte dos processos de construção e regeneração podem promover mais tarde o desenvolvimento de doenças inflamatórias, alergias, anemias, assim como debilidades no desenvolvimento dos sentidos.  O que evitar em um cardápio infantil? 

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Alimentos inflamatórios: tudo o que você precisa saber

Os alimentos inflamatórios são aqueles que podem desencadear inflamação no organismo como as Doenças Inflamatórias Intestinais (Síndrome do Intestino Irritável, Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa), processos de artrite e artrose, fibromialgia, obesidade entre outras. Mas antes de sair desesperadamente eliminando alimentos da sua vida, vamos conhecer um pouco mais sobre eles e o PORQUÊ devemos tomar cuidado com certos alimentos. Vamos a eles! O que é inflamação? Antes de mais nada, é importante compreender o que é inflamação, para depois entender o que é um alimento inflamatório. A inflamação é uma reação que acontece naturalmente no organismo, essencial para o processo de regeneração e reparação das células frente a qualquer tipo de agressão. É possível compreendê-lo como parte do nosso mecanismo de defesa. Os processos inflamatórios, tanto naturais quanto os provocados por agentes agressores, estimulam processos de reparação, que podem ser regeneradores restabelecendo a saúde e a função do tecido lesionado, ou cicatriciais restabelecendo a saúde, porém o tecido lesionado perde a função primordial, tornam-se uma cicatriz. De qualquer forma, precisamos ajudar nosso organismo a tratar essa inflamação, pois se esse processo sozinho não for o suficiente para restabelecer a saúde, pode se tornar crônico, resultando em doenças crônicas inflamatórias. Nesse contexto, os alimentos podem ser agentes sanadores, reparadores ou agressores. Alimentos inflamatórios agem oxidando, gastando e desviando a energia do corpo que deveria ser usada para processos metabólicos regulares. Eles produzem “lixo” metabólico, toxinas, que vão oxidando e desvitalizando o organismo. Portanto, os alimentos inflamatórios são agentes agressores que provocam uma reação inflamatória exacerbada, prejudicando o organismo de forma sistêmica. Quais são esses alimentos? Na sua maioria, são os alimentos industrializados, processados e ultraprocessados, que para serem conservados, passam por mudanças drásticas de temperatura, alterando a sua estrutura molecular, sofrem adição de gorduras saturadas e hidrogenadas, sal, açúcares e xenobióticos (substâncias químicas não orgânicas), tornando a digestão e a metabolização mais difícil, desgastante e penosa para o organismo. Aliás, os xenobióticos são substâncias cancerígenas em sua maioria, que prejudicam principalmente o fígado, órgão vital responsável por todo o metabolismo e processos de desintoxicação. Cansaço, falta de ânimo, sobrepeso, dor de cabeça, enjoo, falta de apetite pela manhã, são alguns dos sintomas de um fígado desvitalizado e “cansado”, o que promove acúmulo de gorduras em lugares inadequados, como artérias e no próprio fígado. Outros alimentos inflamatórios, são as gorduras saturadas oriundas dos processos de hidrogenação, os açúcares e grãos que sofreram processos de refinamento, como as farinhas. Atenção ao tipo de cocção Você sabia que alimentos bons podem se tornar inflamatórios dependendo do tipo de cocção que sofrem? Por exemplo, processos que usam altas temperaturas para preparar o alimento como frituras de imersão, air fryer, microondas, churrasco à carvão, podem tornar um alimento bom em inflamatório. Portanto, nada de comer aquele grelhado de frango com salada todo dia! Nosso corpo precisa de VARIEDADE, inclusive nas formas de preparação e cocção dos alimentos! Lembre-se sempre disso! E convenhamos, nosso paladar também agradece 😉 A sistematização de alimentos – o trigo é inflamatório? Quando um alimento está presente em quase todas as refeições ou todos os dias, nós estamos sistematizando o seu consumo. Partindo do pressuposto que precisamos de variabilidade de alimentos, pois nos fornecem diferentes propriedades, vitaminas, fibras e minerais, a sistematização do consumo leva a um processo de empobrecimento da alimentação, desnutrição, inflamação e desvitalização. O trigo tornou-se uma das bases da alimentação ocidental, assim como o leite de vaca. A farinha de trigo como a conhecemos hoje é derivada de um grão geneticamente modificado, com adição de um pool de melhoradores químicos, além da adição de mais glúten, o que a torna um produto alimentício altamente inflamatório que se faz presente sistematicamente na alimentação da população, impactando nas políticas de saúde pública. Já o leite de vaca in natura ou na sua forma fermentada, pode ser um bom alimento para quem o tolera, no entanto, a sua qualidade é o que determina ser um alimento inflamatório ou não. O que faz com que o leite se torne inflamatório? O processo de industrialização, o tipo de ração que a vaca come, os tratamentos medicamentosos e hormonais que a vaca recebe, e o tipo de conservação desse leite. Prefira leite fresco e orgânico sempre que possível. Outra excelente opção são os “leites” vegetais, já bastante comuns nos mercados, como o de caju, aveia e amêndoas, que inclusive podem ser feitos facilmente em casa. Uma sugestão: o leite de inhame é delicioso, super fácil de preparar e de propriedades imunomoduladoras. A receita é simples, selecione inhames de boa qualidade, de preferência orgânicos, descasque, corte em quadradinhos e coloque em uma panela com água. Deixe no fogo até ferver e ficarem macios. Desligue o fogo, jogue a água fora e leve ao liquidificador com nova água filtrada. Depois é só bater e servir! Repare, não há necessidade de coar. Existem alimentos anti-inflamatórios? Assim como há alimentos que inflamam o organismo, existem alimentos cujas propriedades são anti-inflamatórias. Vamos conhecê-los! Cereais integrais como a aveia, rica em betaglucana e silício. Açafrão da terra ou açafrão verdadeiro, que contém curcumina, substância anti-inflamatória Gorduras boas, ricas em antioxidantes e super-poderosas: Azeite de oliva é fonte de ômega 9, assim como o abacate, óleo de gergelim, sementes de abóbora e girassol, e peixes ricos em ômega 3 e vitamina D como sardinha e arenque.  A linhaça também é rica em fibras e ômega 3, anti-inflamatório natural. Lembre-se, a linhaça precisa ser “quebrada” ou triturada no momento do consumo para aproveitar suas propriedades anti-inflamatórias. Frutas especiais Frutas cítricas como limão, lima da pérsia e laranja, aumentam a biodisponibilidade do ferro na alimentação e são ricas em vitamina C. Frutas vermelhas, azuis e roxas, como morangos, uvas e todas as berries, são poderosas antioxidantes. Mamão e abacaxi, boas frutas para compor refeições com proteínas, pois são ricas em enzimas proteolíticas que ajudam na sua digestão. Melão, melancia e pepino, são alimentos alcalinos que ajudam na desintoxicação do organismo e a equilibrar o pH do sangue. Vale lembrar que

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Nutrição e a consciência espiritual para uma vida saudável

A nutrição é um dos fatores fundamentais para viabilizar o desenvolvimento de uma consciência espiritual. Precisamos nos atentar de que forma nos alimentamos, pois a ingestão sistemática de alguns alimentos pode atrapalhar o aprimoramento de uma função cerebral mais criativa e consequentemente impedir um despertar espiritual. Na mesma medida a inserção de alguns outros alimentos atuam promovendo esse desenvolvimento. A resposta dada por Steiner quando era indagado sobre exercícios espirituais e meditações que não surtiam o efeito desejado era: “é uma questão alimentar”. Sazonalidade dos alimentos A sazonalidade faz parte integralmente das práticas salutares, tanto individual quanto social. Faz parte também do grande ciclo da Terra que compreende a forma correta de agricultura e seus produtos, fornecendo uma variedade de alimentos ao longo desse ritmo anual. Para que se tenha condições de trilhar esse caminho adequadamente e para darmos os primeiros passos, alguns nutrientes são fundamentais, como a sílica, ferro, magnésio e fósforo. Eles são encontrados com bastante frequência em uma alimentação regular (comida de verdade), balanceada e que contempla a sazonalidade. Quando respeitamos a época do plantio, cultivo e colheita de frutas, legumes e verduras, assim como dos cereais, a quantidade e necessidade de adubos químicos e agrotóxicos é muito menor. Esses fatores são determinantes para a qualidade nutricional e anímica desses alimentos. Na sua relação com o macrocosmo e nos efeitos em nosso corpo, assim como na sociedade. Isso nos leva a outro ponto de reflexão nesse processo de nutrição: a tomada de consciência. Consciência e nutrição A tomada de consciência é elaborada de forma individual, no entanto não deve permanecer contida no próprio ser. A consciência é a fundação para o homem atuar na sociedade e somente por esse motivo não pertence ao indivíduo, mas sim a todos. O consumo de alimentos orgânicos, biodinâmicos e de produção responsável é ideal para fornecer nutrientes livres de xenobióticos. Eles carregam a força arquetípica e a vitalidade natural própria do alimento, importante nessa nutrição.    Assim, o alimento não será um entrave para o despertar das espiritualidades.Mas, sim um estímulo vivificado para o metabolismo ter seu funcionamento adequado e estar livre, fortalecido para a promoção do desenvolvimento que nos cabe. Leia também: Como melhorar a sua relação com a comida? A força do alimento no contexto da nutrição O alimento pode atrapalhar ou abrir portas libertadoras. Uma alimentação harmoniosa frente aos propósitos do homem promove as capacidades de pensar com clareza, sentir com compaixão e um atuar seguro e objetivo. Assim, a vida do homem deixa um legado legítimo e mais consciente para a terra e para as futuras gerações. Comer “qualquer coisa” é pensar “coisa alguma”. Explico: se não tiver uma atenção, cuidado e consciência com o que você come, pode passar o dia sem verdadeiramente sentir e pouco construir. Consulta com um profissional Como primeira tarefa para uma nutrição individualizada, o trabalho desenvolvido em consultório é de orientação e acompanhamento. Além de estimular o paciente no processo de tomada de consciência, em direção a uma alimentação adequada aos propósitos da vida, respeitando seu tempo e realidade. Para atingir um objetivo maior são necessários pequenos e importantes passos, legitimando as conquistas desse trilhar. O caminho da nutrição é um resgate das necessidades mais íntimas do ser, um movimento individual, mas que ressoa e replica suas benesses em todos à sua volta.

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Como melhorar a sua relação com a comida?

Você já pensou sobre a sua relação com a comida? Muito mais do que saciar a fome, o alimento nutre a vontade de agir para alcançar os objetivos da alma. Na antroposofia, o alimento também precisa estar em harmonia com o todo, integrando o macrocosmo (o mundo em suas dimensões materiais, espirituais e cósmicas) ao microcosmo (o ser humano, como um pequeno universo particular). E é justamente dessa coerência que precisamos! Os vegetais folhosos e frutos, por exemplo, são fontes ricas em propriedades luminosas, essencial para todas as manifestações da vida. Eles trazem a energia solar em seu interior, fortalecendo o corpo e revitalizando o metabolismo e o sistema rítmico (ligado ao coração e aos pulmões). Já os alimentos proteicos estão conectados com a nossa força aqui na terra. Isso porque nós somos constituídos por moléculas proteicas (aminoácidos) e tudo o que comemos passa por uma reformulação até se tornar uma proteína própria do nosso corpo. Mas como começar a ingerir mais esses alimentos e modificar alguns hábitos tão comuns na rotina? Confira as minhas sugestões a seguir: Como ter uma boa relação com a comida? Evite sistematizar a ingestão dos alimentos Uma das sugestões para ir gradativamente melhorando a sua relação com a comida e tornando-a algo positivo é evitar a sistematização. E o que isso quer dizer? Por exemplo, sabemos que incluir frutas e verduras nas refeições é muito importante, mas não é ideal escolher sempre os mesmos alimentos para todos os dias. A exemplo do tomate e alface, muito comuns nas mesas dos brasileiros. É essencial variar e explorar diferentes alimentos, como substituí-los por rúcula, pepino ou rabanete. Fique ligado na sazonalidade, que oferece variabilidade e uma melhor qualidade dos alimentos. Isso também vale para os produtos alimentícios que contém substâncias químicas agregadas, como os condimentos e realçadores de sabor, usados com frequência para conservar e “melhorar” o sabor da comida. Eles podem ser considerados como agentes agressores do nosso organismo, que precisará trabalhar dobrado para metabolizar e recuperar células danificadas. Esse é um processo que pode promover severas patologias como câncer, portanto reveja seus hábitos: o que você utiliza para preparar seus alimentos? Vá ao supermercado com foco e objetivo Outro ponto na relação com a comida que precisa de atenção é o supermercado. Você já se viu nessa situação: foi fazer as compras com fome e acabou pegando diversos itens que não estavam no planejamento para “beliscar” no caminho para casa? Ou deixou de fazer uma lista e comprou alimentos que não precisava? Fique tranquilo, isso é muito comum! Tenho uma sugestão: que tal planejar com antecedência o que você quer preparar como refeição ao longo da semana, montar uma lista e só então partir para as compras de fato? Essa prática pode parecer simples, mas ajuda muito a manter uma alimentação equilibrada e escolher os itens mais interessantes para compor o seu prato. Lembre-se de planejar as combinações, como o que vai acompanhar o peixe ou a carne, sem precisar ser sempre o famoso arroz e feijão, por exemplo. Essa boa relação com a comida e a ida ao supermercado também afetam diretamente o combate ao desperdício e evitam o consumo exagerado. Alimentos orgânicos e biodinâmicos Para termos uma boa relação com a comida é fundamental termos consciência daquilo que ingerimos e nos atentarmos à qualidade e procedência dos alimentos que colocamos no prato. Afinal são esses mesmos alimentos que, imbuídos de vitalidade, irão nos constituir e fornecer energia para agirmos no mundo. Nessa hora pensamos nos orgânicos e biodinâmicos, livres de agrotóxicos e substâncias químicas disruptoras do nosso sistema hormonal. Os Disruptores do sistema hormonal (Des – Disruptores Endócrinos) são constituintes exógenos de substâncias químicas que causam desordem hormonal, ou seja, substâncias químicas que interferem na saúde humana e no meio ambiente. Lembrando que os hormônios são substâncias químicas naturalmente produzidas por células do corpo que regulam nosso metabolismo. Os alimentos orgânicos e biodinâmicos minimizam esses interferentes de grande impacto sistêmico e neuronal no nosso corpo. Ademais, nossa relação com a saúde humana e o meio ambiente se torna mais leve, segura e harmônica entre nós e a natureza, entre o micro e macrocosmo, surgindo uma ressonância no atingimento aos nossos objetivos. Assim também acontece a nossa relação com a comida, a partir da nossa consciência e nossas ações entramos em harmonia com o que comemos. A agricultura biodinâmica é regida pelos ciclos da natureza e seus processos básicos são livres de pesticidas ou fertilizantes artificiais. O respeito pelo equilíbrio do ecossistema é soberano, como o cultivo diversificado de acordo com a sazonalidade e as necessidades da terra sendo supridas por insumos biotransformados da própria natureza. Com foco na sustentabilidade social, econômica e ambiental. Leia também: Checklist básico para uma alimentação saudável Alimentação e as crianças A relação com a comida começa desde criança. Na verdade, ela tem início antes mesmo de uma pessoa ser gerada. A forma como os pais se preparam para a chegada do filho, tanto em relação aos hábitos alimentares como outras práticas, influenciam diretamente na saúde da criança que está por vir. Por exemplo, sabe-se que pais com maus hábitos alimentares, ou até mesmo sociais, como a bebida e o fumo, contribuem para uma genética ruim para o feto. Outro ponto importante é acompanhar todas as fases de crescimento da criança, desde a gestação e nascimento até o aleitamento materno exclusivo e transição alimentar, para trabalhar a relação adequada com a comida por toda a sua vida. Mas isso é assunto para outro artigo, não é mesmo? A digestão e a relação com a comida Ao longo do texto falamos sobre a relação com a comida e como torná-la adequada e agradável. Reitero: preze por alimentos de qualidade, com boa procedência SEMPRE! Queira saber de onde vem os seus alimentos, quem os produz, como são produzidos. Seja curioso! Um alimento de má qualidade faz com que o corpo precise dispor de mais energia e tempo para fazer a digestão, ou seja, tornar o alimento ingerido em substâncias

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Alimentação para hipertensos: Entenda como a nutrição antroposófica age

Antes de falarmos sobre a alimentação para hipertensos, primeiro é importante entender o que é hipertensão. Ela é uma doença crônica não transmissível, caracterizada por uma tensão aumentada que impacta diretamente o coração. Uma pessoa hipertensa costuma tomar para si questões e dores, represando emoções, pensamentos e preocupações. Logo, toda essa carga vai adoecendo o corpo, se expressando como um desequilíbrio na pressão arterial sistêmica. A doença é entendida pela antroposofia como uma manifestação da desarmonia que um indivíduo vivencia, e que precisa ser olhada com muito carinho e atenção. Revisitar sua biografia é o primeiro passo para compreender, acolher e traçar novos caminhos que o levem a um processo de cura, ou seja, a um estado mais equilibrado. Nesse sentido, a nutrição antroposófica surge como base do tratamento de um hipertenso, por isso vamos desmembrar esse assunto a seguir: Sugestões para as mudanças de hábitos em pessoas hipertensas Estilo de vida Antes de começar de fato a mudar a alimentação para hipertensos, é essencial repensar alguns hábitos que compõem seu estilo de vida. É importante ter um ritmo para o dia a dia, trazendo segurança, estabilidade e paz interna, assim pode-se saber quais serão os próximos passos a serem dados. Esse cuidado proporciona um senso de prioridade e ajuda a manter o foco naquilo que é importante de forma tranquila, sem tencionar ou exceder as emoções. Hidratação adequada A água é um elemento fundamental para o bom funcionamento de diversas funções do nosso organismo, como controle da temperatura, equilíbrio da pressão sanguínea, manutenção do cérebro, intestino e o coração, entre tantas outras funções. Uma sugestão é fazer pequenas pausas ao longo do dia e lembrar sempre de beber água, sem levar as questões pessoais e preocupações para esse momento. Assim, é possível ter um tempo para simplesmente contemplar as pequenas coisas que muitas vezes não damos atenção e ver a natureza e a vida que existe em cada parte do dia. Movimento É essencial trazer mais movimento para a rotina. Com a prática de alguns exercícios é possível ter uma oxigenação melhor, além de um metabolismo mais ativo, que ajuda a eliminar o que o nosso corpo não precisa. Alimentação para hipertensos A alimentação para hipertensos demanda alguns cuidados, como: Tirar alimentos ultraprocessados, processados e desvitalizadores da rotina Isso porque eles são altamente inflamatórios, contam com uma grande quantidade de sódio e conservantes, e passam por tantas transformações que acabam desvitalizados e pobres. Dessa forma, não conseguem oferecer os nutrientes e vitaminas que nosso organismo tanto precisa. Alguns exemplos são o requeijão, bolachas recheadas e os famosos salgadinhos. Alimentação para hipertensos: É ideal evitar sódio, açúcar e gorduras em excesso É importante entender esses itens como “temperos” que agregam sabor ao alimento, mas que não devem ser usados em demasia. Na alimentação para hipertensos, esse é um ponto de atenção, até porque no final do dia acabamos consumindo muito sal, afinal o sódio está presente em todas as preparações, inclusive nos doces. Infusões são uma boa opção  Uma sugestão são as infusões herbais, como camomila, hortelã, erva-doce e capim santo, em especial durante a noite, para ajudar a relaxar depois de um longo dia. Mas lembre-se: o ideal é tomar a infusão sem adoçar e em uma temperatura não muito quente! Uma dica para saber a temperatura adequada é conseguir “abraçar” a xícara com as mãos sem sentir desconforto. Além da alimentação para hipertensos: faça uma reflexão antes de dormir Como comentei acima, um dos pontos que afligem a pessoa hipertensa são as preocupações ao longo do dia e questões que acabam não sendo bem resolvidas. Portanto, proponho a seguinte reflexão: De tudo o que você passou ao longo do dia, o que foi mais interessante? O que foi bacana, o que não foi tão legal? O que você fez ao longo do dia para impactar o outro? Isso ajuda a reconhecer pontos em que precisamos trabalhar e dar mais atenção, lidando melhor com as frustrações e com o outro, estabelecendo relações mais saudáveis. A antroposofia observa diversos aspectos e nuances da nossa vida, cada pequeno ponto que constitui quem somos. Leia também: A nutrição como prevenção da hipertensão Alimentação para hipertensos: como escolher os alimentos? Escolher os alimentos no mercado é o começo dos cuidados com a alimentação para hipertensos. Em relação às frutas, por exemplo, o ideal é optar pelas menos doces, como morango, pera ou cítricas, além das frutas típicas da época. Em contraponto, o hipertenso costuma ter problemas com constipação, nesse caso o mamão também é indicado, pois é uma fruta que funciona como laxante, além de ser boa para a digestão. Legumes e verduras Em relação às verduras e legumes, minha sugestão é dar preferência às verduras amargas e verde-escuras, cuidando do fígado e intestino. Isso porque a pessoa hipertensa pode ser biliosa, ou seja, costuma ter questões ligadas à raiva. Então, optar por rúcula, brócolis, couve-de-bruxelas, entre outras pode ser uma boa opção na alimentação para hipertensos. Mas, mesmo com todas essas sugestões, é primordial realizar um acompanhamento com um especialista. Apenas ele poderá determinar, dentro das suas necessidades e limitações, o que é ideal para o seu organismo! Doença x cura: como são vistas pela antroposofia? Como citamos acima, na antroposofia a doença é interpretada como um desajuste do nosso corpo, mente e espírito. Todos os tratamentos antroposóficos, sobretudo a nutrição, são realizados considerando a biografia do paciente e não somente a patologia que ele apresenta. Nesse momento, se apresenta a possibilidade de repensar nos caminhos da vida, no que realmente gosta e importa e entender qual parte está em desequilíbrio. Existem também algumas terapias complementares que atuam de forma positiva nessa jornada, como a homeopatia, terapia artística, euritmia, aromaterapia com óleos essenciais e florais que podem auxiliar na hipertensão e em muitas outras situações.  Compreende-se que o processo de cura está intimamente ligado com o acolhimento e entendimento da biografia. Isso pode não significar a cura da patologia, mas contribui para o descobrimento de quem a pessoa é, e isso

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Checklist básico para uma alimentação saudável

Nós somos seres com biografias, contextos ambientais e sociais diferentes, portanto, com necessidades igualmente diferentes. Agora, como ter coerência entre o físico e o mental para que tenhamos uma alimentação saudável e um estilo de vida de acordo com nossos valores e princípios? Afinal, podemos ter uma boa higiene mental, mas se comermos fritura todos os dias no almoço, por exemplo, caminharemos em direção à incoerência. Não adianta termos cuidado com a mente e o espírito se o corpo não está na mesma sintonia. É preciso harmonia! O primeiro passo é saber por que mudar: há milhares de anos as pessoas vêm se adaptando ao meio em que estão inseridas. Mas, muitas dessas transformações acontecem como um processo evolutivo. Se você realmente refletir sobre os motivos pelos quais está em busca de um outro estilo de vida, priorizando sua saúde e bem-estar, as respostas vão ajudar a guiá-lo nesse novo desafio. E por onde começar? Cito abaixo 3 pilares de uma alimentação saudável pensando sempre no corpo e na mente. Eles conectam nossas necessidades fisiológicas com as espirituais, seguindo uma abordagem da nutrição antroposófica. 3 pilares para começar a ter uma alimentação saudável Antes de começar a colocar nosso checklist em prática, é importante consultar um profissional da saúde. Isso porque cada pessoa possui necessidades diferentes, como por exemplo, patologias que demandam cuidados especiais. Essas particularidades podem mudar completamente o uso e abordagem dos alimentos. Movimento Quando pensamos em alimentação saudável precisamos ir além. Afinal, somos o que comemos, e a forma como cuidamos do nosso corpo, mente e espírito, impacta diretamente na nossa saúde e qualidade de vida. Praticar atividades físicas com frequência ajuda a: Ingestão de água Provavelmente você já ouviu falar que nosso corpo é composto, em boa parte, de água. A falta dela afeta diretamente as nossas funções básicas, pois é a água que faz com que tudo funcione de acordo, como o óleo nas engrenagens de um motor. A água ajuda a desintoxicar nosso organismo, eliminando toxinas que ele mesmo produz, aumenta os processos metabólicos e melhora nossa oxigenação celular, além de diversos outros benefícios. Minha recomendação para ajudar a saber qual a quantidade ideal para o seu corpo é: fique com uma garrafa durante o dia e observe quantas vezes foi necessário enchê-la. É importante salientar que 2 pessoas com o mesmo tamanho e altura precisam ingerir quantidades diferentes de água. Isso porque são pessoas diferentes, com necessidades distintas. Por exemplo, se houver uma patologia envolvida, é preciso analisá-la e ver como a ingestão de água pode impactar no tratamento. Alimentação saudável e os ultraprocessados  Com uma rotina atribulada, muitas pessoas optam por fast-foods e os chamados ultraprocessados, como o cappuccino pronto e salgadinhos. Esses produtos alimentícios alteram o alimento de origem e costumam ter adição de conservantes, sal, açúcar, dentre outros. Além do aumento de calorias, que leva à obesidade, essas comidas podem estar ligadas a diversas outras patologias. Por isso, para começarmos o caminho em busca de uma alimentação saudável, encontrar alternativas para os processados e ultraprocessados é fundamental. Com esses 3 pilares, é possível sentir uma verdadeira transformação, a começar pelo aumento da energia para as atividades diárias, até prevenir doenças crônicas, como diabetes e hipertensão. Leia também: Qualidade de vida por meio da nutrição antroposófica Como aliar essas mudanças com o estilo de vida? Para começar a mudar os hábitos, é necessário ter dedicação, pois é uma transformação gradativa. Confira algumas recomendações que separei: Em quais alimentos devo apostar? Para ter uma alimentação saudável compatível com as necessidades do seu organismo, é essencial ter a ajuda de um especialista. Mas há alguns tipos considerados “indicados” em muitos casos, como: In natura ou minimamente processados para uma alimentação saudável Provém diretamente da origem animal ou vegetal, como ovo, leite, frutas, verduras e legumes. Além de milho, arroz, feijão, grão-de-bico, entre outros que fazem parte da nossa alimentação, mas que por vezes não ingerimos com frequência. Alimentos biodinâmicos  A agricultura biodinâmica segue os princípios antroposóficos. Os alimentos são cultivados pensando nas relações do homem com a terra e sua existência como um todo. Por isso, são livres de agrotóxicos e transgênicos, priorizando o natural, o que vem da terra. Comece também por realizar boas escolhas no mercado, observando as propriedades dos alimentos e seus benefícios para o organismo. Por onde começar a ter uma alimentação saudável? É importante entender que o alimento impacta todos os nossos sistemas. No caso do sistema neurossensorial, por exemplo, tudo o que comemos impacta de forma positiva ou negativa os órgãos que o compõem e o seu bom funcionamento. Para começar o processo de mudança para uma alimentação saudável, que tal substituir o clássico pão na chapa com café por uma batata-doce com azeite e ervas aromáticas ou um mingau de chia com leite vegetal e frutas da época? Ou fazer um lanche da manhã com um creme de abacate, que dará mais energia e manterá seu organismo funcionando de forma mais ativa? Há um longo caminho a percorrer, mas com os cuidados certos e um acompanhamento de um especialista, é possível mudar e muito. Conte comigo para isso! Clique no botão abaixo e me chame para uma conversa!

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Renata S. Eisenmann: Especialista em Nutrição Antroposófica e Clínica Funcional

Como profissional da nutrição, trabalho sempre com alimentos saudáveis e de boa procedência para a construção de uma vida equilibrada e saudável para o corpo, mente e espírito. Sou especialista em Nutrição Antroposófica e em Nutrição Clínica Funcional. Fui aprofundando meus conhecimentos ao decorrer dos anos com conteúdos que me permitiram perceber as sutilezas humanas e todo seu funcionamento fisiológico.   A nutrição antroposófica, funcional e alguns princípios A antroposofia traz como visão a complexidade da construção humana aplicada a todas as vertentes da ciência, passando pela medicina, pedagogia, artes, agricultura e sociologia até o estudo do espírito. Assim, para o desenvolvimento do atendimento e planejamento das orientações mais adequadas, há de ser considerado todos os aspectos que envolvem o indivíduo e seu contexto. Levo em consideração fatores fisiológicos, ambientais, hábitos, biografia, tipo de trabalho que exerce, seu contexto socioeconômico, saúde mental, seus objetivos e anseios na vida, entre outros. Para enriquecer os conceitos antroposóficos, fui em busca do conhecimento da Nutrição Clínica Funcional, que é a tradução do alimento em possibilidades. Estudando as substâncias e fatores que ativam ou silenciam gatilhos genéticos, podemos modular expressões gênicas. Isso ainda que exista predisposição para o desencadeamento de determinadas patologias, além de tratar doenças pré-existentes com maior propriedade. Também me respaldo nos conhecimentos da Farmácia, mergulhando no mundo dos processos das substâncias. Com isso, tenho mais assertividade na conduta com pacientes polimedicados e/ou dependentes de medicamentos em suas condições atuais. Leia também: O que é Nutrição Funcional? Atendimento personalizado Somos o que comemos, então… quem é você? Está pronto para transformar sua vida? Trabalho com 3 modalidades de atendimento: consulta individual, consulta familiar e a consulta por indicação médica. Consulta individual Na consulta individual trabalharemos seus hábitos a fim de sanarmos suas necessidades tanto alimentares quanto nutricionais. Você aprenderá o que te faz bem e o que é bom evitar, e o PORQUÊ aquele determinado alimento traz ou não benefícios para você. Em muitos casos, faz parte do tratamento um processo de reeducação alimentar. Calma, você não estará sozinho! Acompanharei você por todo o caminho, orientando e ensinando a fazer boas escolhas e a consumir alimentos que trazem benefícios e que também te apeteçam. Há sempre uma alternativa para tudo! Precisamos de disposição, abertura para o novo e alegria para que esse processo tenha muito sucesso. No final das contas, você transformará a sua relação com a comida e dará um novo sentido à alimentação. Consulta familiar Na consulta familiar, o atendimento é para aqueles que sabem que compartilhar os momentos das refeições vai além da alimentação e prezam pela qualidade de vida de toda a família. Por isso, visitar a cozinha, abrir armários e geladeira, conhecer os hábitos da família, é fundamental para o desenvolvimento de um tratamento eficaz que integre a necessidade de todos da família. Nessa modalidade, é ideal que todos os participantes estejam dispostos e abertos a trilharem novos rumos através da alimentação em conjunto, ainda que tenham alguns rebeldes na família! Consulta por indicação médica A consulta por indicação médica se assemelha à consulta individual em sua metodologia, acolhimento e preceitos antroposóficos. Porém, traz o benefício da multidisciplinariedade, onde médico e nutricionista formam uma pequena equipe voltada às questões patológicas já existentes do paciente, integrando os tratamentos. Em todas as modalidades de atendimento, você terá acompanhamento periódico com orientações nutricionais feitas exclusivamente para você. Além de dieta e/ou cardápio se necessário, receitas, materiais e orientações para mudança de hábitos e um estilo de vida mais harmonioso. A nutrição funcional e a nutrição antroposófica fazem sentido para você? Chegou a hora de dar o primeiro passo rumo a uma vida mais saudável e harmoniosa! Agende sua consulta!

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