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Alimentação Saudável

Nutrição para diabéticos: Entenda como ela pode ajudar

A nutrição para diabéticos precisa ser muito especial, uma vez que o excesso de glicose no organismo, muitas vezes provocado pelo consumo exagerado de carboidratos simples, pode gerar uma série de problemas de saúde relacionadas ao metabolismo e doenças neuro-degenerativas. O Diabetes Mellitus (DM), uma doença que causa desordem metabólica, atinge 16 milhões de brasileiros, sendo que sua taxa de incidência mundial cresceu 61,8% nos últimos dez anos, segundo dados da OMS. O diabetes tipo 1 está ligado a uma tendência genética, ou seja, imutável. No entanto, estudos mostram que fatores externos como estilo de vida, sendo o principal deles a alimentação, são componentes que pesam muito mais do que a genética no desencadeamento dessa e de outras doenças. Assim também se comporta o diabetes tipo 2, que pode ser retardado ou prevenido. Para tanto, é preciso desenvolver uma estratégia alimentar que além de suprir as necessidades nutricionais do paciente, torna-se o principal tratamento do diabetes mellitus do tipo 1 ou 2.   A nutrição para diabéticos deve ser muito bem planejada, pois determinará o controle glicêmico diário, evitando a hipoglicemia e picos de glicose. A glicemia descompensada ao longo do tempo, é o principal gatilho para o surgimento das comorbidades e complicações decorrentes do diabetes, como hipertensão, doença renal crônica, retinopatia, entre outras. Existe diferença no tratamento do diabetes tipo 1 e tipo 2? Sim, existe diferença tanto na estratégia alimentar quanto na associação de medicamentos. O diabetes do tipo 1 é uma doença autoimune cujas células produtoras de insulina são destruídas, fazendo com que o paciente seja insulinodependente e precise injetar a insulina que teoricamente o corpo deveria produzir. Já o diabetes do tipo 2 pode ser controlado apenas pela ingestão de alimentos adequados e, em alguns casos, o paciente necessita de medicamentos hipoglicemiantes ou estimulantes para uma melhor secreção de insulina. Indubitavelmente, o fator decisivo para o efetivo controle glicêmico é a alimentação adequada, levando em consideração as necessidades do paciente, atividades diárias, seu gasto energético e a resposta que o seu organismo tem diante de todos esses fatores. Vantagens do plano alimentar de nutrição para diabéticos Quando se fala em nutrição para diabéticos, muitos acreditam que a dieta deve ser limitada e restrita a alimentos que não são apetitosos. #SóQueNão! Não se trata de uma dieta para diabéticos, e sim de uma alimentação voltada para uma condição especial. Ela é variada, colorida, saborosa e nutritiva, composta por alimentos in-natura, como frutas, legumes, verduras, sendo crus e cozidos, ricos em enzimas e fibras que colaboram para normalizar não apenas a glicemia, mas também os níveis de colesterol e ácido úrico. E tem mais, ajuda a manter o corpo no seu peso e forma ideais! Vale a pena, não acha?! Leia também: Diabetes e estresse emocional: Entenda a relação Como posso ajudar?! Agora você já sabe que a mudança do estilo de vida e a adoção de uma alimentação saudável são aliados importantes para o tratamento e prevenção do diabetes, assim como para tantas outras doenças crônicas não transmissíveis. Mas lembre-se, cada caso é um caso. Portanto, seu plano alimentar precisa ser equilibrado e desenhado exclusivamente para você, levando em consideração suas necessidades e particularidades. Por isso, é fundamental que você procure orientação de um nutricionista, tanto para o tratamento quanto para a prevenção do diabetes. Estou pronta para te ajudar com a nutrição para diabéticos! Agende sua consulta!

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Alimentação Saudável

Qualidade de vida por meio da nutrição antroposófica

Ter qualidade de vida começa com uma alimentação equilibrada, assim como realizar exercícios físicos, manter-se hidratado, trabalhar a saúde mental e espiritual é de extrema importância. Consumindo de forma a variar os alimentos, fazendo boas escolhas na hora de montar o seu prato, aumentam as chances de maior resistência às doenças, vigor físico, disposição e maior vitalidade. Entretanto, o ritmo agitado que muitas pessoas têm, principalmente nas grandes cidades, pode atrapalhar uma rotina de alimentação saudável, tornando-se um verdadeiro desafio. Muitos acabam se alimentando em horários desregulados, em ambientes inadequados, ingerindo rapidamente a comida, sem contar as vezes que optam pelo fast-food. Dessa maneira, o organismo não recebe todos os nutrientes necessários para o perfeito funcionamento. Isso gera processos inflamatórios facilitando o surgimento de doenças neurodegenerativas e distúrbios metabólicos, como hipertensão, diabetes e Alzheimer. Assim fica difícil ter qualidade de vida, não é mesmo?! Portanto, se você se identificou com esse grupo, fique tranquilo(a). A nutrição antroposófica pode te ajudar a conquistar equilíbrio, harmonia, saúde e bem-estar, proporcionando a qualidade de vida que tanto queremos e necessitamos. Nutrição antroposófica e os benefícios para o corpo, mente e espírito A antroposofia traz como visão a complexidade da construção humana aplicada a todas as vertentes da ciência, passando pela medicina, pedagogia, artes, agricultura, sociologia, até o estudo do espírito. Assim, para o desenvolvimento do atendimento e planejamento das orientações mais adequadas, há de ser considerado todos os aspectos que envolvem o indivíduo e seu contexto. Levo em consideração fatores fisiológicos, ambientais, hábitos, biografia, tipo de trabalho que exerce, seu contexto econômico e social, saúde mental, seus objetivos e anseios na vida, entre outros. Outra característica marcante da nutrição antroposófica é a recomendação de alimentos orgânicos, cultivados sem o uso de adubos químicos e agrodefensivos, ou provenientes da agricultura biodinâmica desenvolvida por Rudolf Steiner. Toda a estratégia alimentar e as orientações são elaboradas de acordo com todos esses princípios antroposóficos, considerando as particularidades e necessidades do paciente. As orientações alimentares podem incluir grãos, frutas, verduras, legumes e um moderado consumo de carnes, quando necessário. Na nutrição antroposófica, nada é radical. É possível começar os novos hábitos alimentares de forma gradativa para não haver um “choque” no organismo ou afetar a rotina. Eu faço um estudo completo do paciente antes de começar a desenhar uma estratégia alimentar, assim ele pode se adaptar aos poucos e iniciar um ciclo de mudança de hábitos gradativo. O tratamento será sempre no ritmo do paciente, sem que ele sinta que precisa dar “um passo maior do que a perna”. 9 benefícios de uma alimentação saudável Aquele ditado “você é aquilo que come” é uma máxima na nutrição antroposófica, indo além do alimento e abrangendo a tudo o que consumimos e ao que somos expostos. A nutrição antroposófica leva ao autoconhecimento através de um processo alimentar, proporcionando as condições necessárias para a verdadeira expressão do ser com total liberdade. Além de promover energia, disposição para dar conta do dia a dia e melhorar a qualidade de vida! Por isso, separei 9 benefícios que você terá com uma alimentação saudável. Confira! Leia também: 3 benefícios da nutrição funcional ampliada pela antroposofia Melhor disposição e qualidade de vida Com uma alimentação balanceada e própria para o seu organismo, o metabolismo ganha ritmo, como uma engrenagem em que todas as peças funcionam em sincronia. Assim, ao acordar sentimos o resultado dessa máquina bem regulada, disposição para realizar as atividades do dia a dia e também para a prática de atividades físicas. Prevenção de inúmeras doenças A nutrição que vai além da alimentação e a prática de hábitos saudáveis em harmonia com o meio onde vivemos, afasta a possibilidade do desenvolvimento de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, doença de Crohn, depressão, ansiedade, entre outras. Perda de peso Como trabalho preferencialmente com alimentos saudáveis e de boa procedência, um dos benefícios que uma alimentação equilibrada proporciona é a regulação do metabolismo. Um dos fatores que leva ao equilíbrio de peso, o que na maioria dos casos determina a perda de gordura excedentes. Sem contar que alimentos integrais, ricos em fibras saciam e auxiliam a digestão. O foco é manter a sua saúde em dia e de quebra vai ganhar uns pontos a mais com seu espelho! Boa noite de sono Uma boa noite de sono está relacionada com a quantidade e natureza do alimento. O corpo precisa descansar, repor as energias e se refazer, e não gastar energia em processos digestórios. Portanto, sim, existem alimentos que podem prejudicar seu sono, fique atento! Equilíbrio hormonal Os alimentos podem auxiliar ou prejudicar a síntese de hormônios que regulam o metabolismo. Por exemplo, dependendo do alimento ingerido sistematicamente, a glândula tireoide poderá se autodesregular, culminando em uma tireoidite irreversível e necessitando de medicamentos de uso contínuo. Melhor evitar, não é mesmo? Maior longevidade A alimentação baseada nos princípios da nutrição antroposófica favorece a longevidade pela vitalidade contida nos alimentos. Ela tem relação direta com a procedência, assim como a quantidade das porções para cada indivíduo. Comer mais do que o necessário faz com que seu corpo sofra maior desgaste, envelhecendo precocemente.   Fortalecimento do sistema imunológico Micronutrientes como zinco, selênio, ferro e cobre, além das vitaminas A, C, D, E e complexo B são essenciais para o fortalecimento do sistema imunológico. Por isso, com uma alimentação balanceada é possível atingir a quantidade ideal de todas as vitaminas e minerais que precisamos, muitas vezes sem a necessidade de suplementação. Boa atividade cerebral Uma alimentação adequada promove a boa saúde neural, podendo evitar o desencadeamento de doenças neurodegenerativas. Determinados alimentos e hábitos conseguem fazer uma proteção do sistema nervoso evitando danos como o aumento desequilibrado da glicose que prejudicam os neurônios, intoxicação por metais pesados, entre outros. Tudo isso contribui para uma qualidade de vida melhor, você não acha? Chegou a hora de você dar o primeiro passo rumo a uma vida mais saudável e harmoniosa! Agende já sua consulta!

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Alimentação Saudável

A nutrição como prevenção da hipertensão

A hipertensão arterial, mais conhecida como pressão alta, afeta cerca de 30 milhões de brasileiros, ou seja, um a cada quatro pessoas têm a doença. É uma condição totalmente relacionada à alimentação e ao estilo de vida. Será que você tem se alimentado de forma saudável? Uma pessoa é considerada hipertensa quando sua pressão fica maior ou igual a 14 por 9 na maior parte do tempo. A partir desse limite, os riscos de ocorrerem doenças cardiovasculares, renais, AVCs, entre outros, é significativamente maior. Embora as complicações possam ser severas, pessoas hipertensas têm condições de ter uma vida longa e saudável a partir do cuidado com a alimentação. Por isso, é importante prestar muita atenção nos alimentos ingeridos durante o dia a dia, além de contar com a ajuda de um especialista para definir a dieta mais adequada para o caso. Neste artigo apresento os vilões e ajudo você a entender e escolher quais os alimentos mais saudáveis e adequados que podem auxiliar na prevenção e controle da hipertensão. Continue a leitura! Sal, o maior vilão da hipertensão A ingestão excessiva do sal está ligada ao aumento do risco de doenças crônicas, entre elas a hipertensão. Esse é um dos principais fatores para a ocorrência de AVC (Acidente Vascular Cerebral), infarto, aneurisma, insuficiência renal ou problemas cardíacos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o consumo de sal não deve ultrapassar 5 gramas por dia (ou 2 gramas de sódio, mineral que compõe o sal). Entretanto, o brasileiro ingere em média 9,34 gramas, quase o dobro do recomendado pela OMS. Isso é o que revela um levantamento feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e ainda segundo o estudo, homens e jovens são os que mais exageram nesse consumo. Isso não significa que é preciso cortá-lo de vez das refeições. Pelo contrário, em quantidade correta, ele equilibra a pressão arterial. Leia também: Alimentação Funcional: Conheça os benefícios Dieta DASH para o controle da hipertensão Criada na década de 90 por cientistas norte-americanos, a dieta DASH estimula o consumo de alimentos pobres em gordura saturada e ricos em fibras, potássio, magnésio e cálcio, como frutas, legumes e laticínios. Ou seja, o principal objetivo é reduzir a pressão arterial sem cortar o sal, sendo muito eficaz na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares. Vou falar a seguir mais sobre essa dieta que pode ajudar no tratamento da hipertensão, mas saliento a importância do acompanhamento com o nutricionista. Somente ele pode delimitar os alimentos mais adequados considerando as características de cada pessoa e as necessidades de acordo com o organismo e comorbidades. Alimentos sugeridos para consumo Alimentos que precisam ser evitados

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Bem-Estar

3 benefícios da nutrição funcional ampliada pela antroposofia

A antroposofia, que significa “sabedoria do homem”, é uma ciência baseada em questionamentos e muita observação, e tem como ponto central o homem e sua integralidade. Dentre as suas bases, a antroposofia entende que o indivíduo é único, com um conjunto de características e elementos além do corpo físico, como energia, espírito e mente. Ela pode ser aplicada em diversos âmbitos como a medicina, pedagogia, arquitetura, artes, agronomia e muitas outras. Nutrição é o meu caso. Tenho formação em nutrição clínica, mas a antroposofia, assim como a farmácia, são cernes da minha carreira e ferramentas para os meus atendimentos. A farmácia, por sua vez, me dá conhecimento para entender as substâncias, os mecanismos e a química dos alimentos, outra importante frente para oferecer um tratamento assertivo. Além de proporcionar uma orientação melhor aos pacientes polimedicados. Entendendo alguns pontos importantes que envolvem a antroposofia Segundo a antroposofia, um ser tem sua essência baseada em pontos como estes: Equilíbrio do sistema nervoso O sistema neurossensorial se concentra na cabeça, mas se estende para todo o corpo. É por meio dele que captamos luz, sons e alimentos. O sistema está relacionado com as raízes da planta, que absorvem água e nutrientes, revitalizando o sistema neurossensorial. Equilíbrio do sistema rítmico Já o sistema rítmico corresponde ao centro do corpo, onde está o pulmão e o coração. É lá que ocorrem os movimentos respiratórios e circulatórios, assim como há o movimento da seiva no caule e as trocas gasosas nas folhas. Equilíbrio do metabólico-locomotor Por fim, o sistema metabólico-locomotor envolve órgãos digestivos e reprodutivos. Ele está relacionado às flores e aos frutos, pois é no polo floral que se encontram o órgão reprodutor e o metabolismo dos açúcares e proteínas das plantas. Leia também: O que é Nutrição Funcional? Foco em entender e conhecer o paciente Tendo em vista todo esse estudo que desenvolvi ao longo dos anos, além das questões já citadas, aplico na prática com os pacientes um olhar único. Analiso toda a sua biografia para entender suas características, personalidade, gostos pessoais, tipo de alimentação, questões sociais, culturais, econômicas, genéticas e epigenéticas, dentre muitas outras. Todos esses componentes formam um ser individual. A partir desse princípio, me apoio nessa análise para definir uma alimentação personalizada, seguindo as necessidades do paciente. Construção da qualidade de vida Todo esse olhar e atendimento baseado na nutrição clínica funcional ampliada pela antroposofia proporcionam, ao paciente, mais qualidade de vida e equilíbrio. Afinal, entendo que a nutrição não é somente o que consumimos, mas também aquilo que nos permeia, o que vemos, ouvimos, sentimos, fazemos e projetamos para nós e nossos relacionamentos. No meu atendimento, percebo o alimento como possibilidade, tirando o melhor dele para cada paciente. Isso porque muitos podem oferecer benefícios ou malefícios de acordo com as necessidades de cada organismo e é importante levar todos os fatores em consideração. Ainda em relação aos alimentos, dou preferência a Agricultura Biodinâmica, um modelo agrícola que entre outras características, não faz uso de adubos químicos, venenos herbicidas, sementes transgênicas, antibióticos ou hormônios, respeitando o tempo de cultivo de cada alimento, sua estação, o tipo de terra em que é plantado, tudo para trazer as forças arquetípicas de cada alimento. Essa prática relaciona as constelações e meios de cultivo com base em um calendário celeste. De acordo com os conceitos biodinâmicos e dependendo do signo da época, algumas plantas evoluem melhor do que outras. A divisão é feita em quatro elementos: água (flores), terra (raízes), fogo (frutas) e ar (folhas). Trabalho feito passo a passo Mudanças exigem tempo e adaptação. Por isso, a nutrição funcional ampliada pela antroposofia que pratico com os pacientes segue pequenos passos para uma mudança completa e integral, nos diferentes âmbitos da vida. Dessa forma, consigo ter assertividade em condutas de pacientes com diferentes patologias em um trabalho nutricional personalizado. Para agendar uma consulta, entre em contato comigo!

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Bem-Estar

Diabetes e estresse emocional: Entenda a relação

Você já ouviu falar sobre a relação entre a diabetes e estresse emocional? Antes de abordar essa questão, primeiramente você precisa conhecer mais detalhes sobre o Diabetes. A princípio, o Diabetes Mellitus é uma doença crônica, progressiva e silenciosa, caracterizada pelo aumento dos níveis de glicose (açúcar) no sangue. Isso acontece quando se tem pouca insulina circulando ou quando esse hormônio não é secretado e aproveitado adequadamente pelo organismo. Um estudo da Federação Internacional de Diabetes mostrou que o número de brasileiros com diabetes cresceu 31% nos últimos dois anos. Existem três tipos de diabetes mais recorrentes: Diabetes Tipo 1 (DM1), Diabetes Tipo 2 (DM2), que é a mais comum, e a Diabetes Gestacional (DMG). Mais recentemente foi identificada o DM do tipo 3, relacionada com doenças neurodegenerativas. De acordo com especialistas, é possível que o estilo de vida pouco saudável ou problemas hereditários sejam os principais responsáveis pelo surgimento dessa doença. Mas, fatores emocionais, entre eles o estresse emocional, podem contribuir para o desenvolvimento e surgimento do Diabetes. Existe Diabetes Emocional? A relação entre diabetes e estresse emocional começa quando emoções extremas interferem diretamente nos níveis de glicose e insulina. Se a pessoa tiver alguma predisposição à doença, é bem provável que ela desenvolva o distúrbio após esses episódios. Entretanto, ela não será diagnosticada com Diabetes Emocional, mas sim com Diabetes Tipo 2. Por isso, se você já tem essa predisposição, é bom ficar atento(a) aos sinais. Relação entre estresse e os níveis de glicose O estresse é o conjunto de reações mentais e/ou físicas do organismo diante de situações que exigem muito esforço emocional para serem superadas. Quando se passa por um período de tensão, o organismo acredita estar em perigo e libera mais hormônios. Esses hormônios têm a função de distribuir energia (glicose) às células que, por diversas vezes, já não conseguem realizar essa tarefa em diabéticos ou pré-diabéticos. Sem insulina suficiente os níveis de glicose circulando no organismo sobem, em outras palavras, a glicemia fica descompensada. De acordo com a Associação Internacional do Controle ao Estresse, o Brasil é o segundo país mais estressado do mundo em um ranking com dez nações. Aproximadamente 70% dos brasileiros estão estressados, perdendo apenas para o Japão. Principais sinais de estresse Cada pessoa é única e passa por determinadas situações de uma forma diferente. Mas, no geral, podemos citar alguns sinais que se destacam e podem ser resultado de um grande pico de estresse: É importante salientar que o acompanhamento de uma equipe médica é crucial nesse momento para identificar se realmente se trata de um pico de tensão, diabetes e estresse emocional ou outra patologia. Leia também: Diabetes x Alimentação: 4 hábitos que podem desencadear a doença Como evitar o diabetes e estresse emocional? Boas noites de sono Procure ter uma boa noite de sono. De acordo com especialistas, dormir entre sete e oito horas por dia já é o suficiente para diminuir os riscos de insônia e obter todos os benefícios que uma boa noite de sono proporciona ao corpo e à mente. Tome bastante água O humor pode ser alterado pela desidratação, assim como a absorção de glicose pelas células.  Portanto, beba cerca de dois litros de água de boa qualidade por dia, de preferência em temperatura ambiente. Mas vale consultar um nutricionista para que ele indique o volume ideal de água de acordo com seu biotipo e atividades diárias. Tenha uma dieta balanceada Evite os chamados açúcares simples, presentes nos doces e massas, pois são absorvidos facilmente e levam a picos de glicemia. Opte por uma alimentação rica em fibras, verduras, legumes e frutas. Uma nutricionista é capaz de entender as necessidades do seu corpo e delimitar uma dieta regrada para evitar o Diabetes e estresse emocional, assim como outras patologias. Pratique atividades físicas Pratique exercícios físicos regularmente. Essas atividades atuam positivamente na sua mente, liberando hormônios de bem-estar e melhorando o humor. Além disso, fortalecem os músculos, melhoram o sistema cardiorrespiratório e, em casos de pacientes com diabetes, mantém os níveis de açúcar no sangue controlados. Pratique meditação Meditar é uma excelente maneira de aliviar o estresse. Afinal, a prática reduz a descarga de hormônios da tensão, como o cortisol, e de quebra turbina a imunidade. O mais importante: como já citamos, é fundamental o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar. Enquanto o médico faz o diagnóstico do Diabetes e direciona o tratamento, o nutricionista elabora as melhores estratégias de acompanhamento e combate à patologia. Lembre-se, é altamente recomendado uma mudança de hábitos e somente um especialista pode entender todas as suas características, biografia e necessidades para fazer as melhores recomendações! Enfim, ficou claro para você a relação entre diabetes e estresse emocional? Deixe sua opinião nos comentários!

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Bem-Estar

Alimentação Funcional: Conheça os benefícios

A alimentação funcional já é rotina de muitas pessoas que buscam por uma vida saudável. Esse tipo de alimentação faz parte de um estilo de vida e tem atraído centenas de adeptos não só no Brasil, mas em todo o mundo. De acordo com a Euromonitor, consultoria especializada em pesquisas de mercado, o Brasil é o 4º colocado em consumo de alimentos funcionais no ranking mundial e movimenta US$ 35 bilhões por ano. Mas você conhece a alimentação funcional e os benefícios que ela proporciona? O que é Alimentação Funcional? A alimentação funcional é composta por um grupo de alimentos ou ingredientes que comprovadamente contêm propriedades que podem modular situações quando ingeridos de forma recorrente, a fim de garantir a manutenção do bom funcionamento do corpo e atuar na prevenção de doenças. Ou seja, essa alimentação é uma forma de reduzir riscos de doenças crônicas, degenerativas e alguns tipos de câncer. Essas propriedades funcionais  podem ser encontradas nas frutas, legumes, verduras, chás, cereais, soja e seus derivados, brotos,  entre outros. Mas, para alcançar seu objetivo, você deve contar com a supervisão de um nutricionista. Somente esse profissional poderá montar um cardápio com base nos alimentos funcionais mais adequados para seu perfil , gostos e tendências genéticas. Isso porque um determinado alimento pode trazer tanto benefícios quanto malefícios para a sua saúde, dependendo de uma série de fatores. Logo, não é possível direcionar quantidades genéricas, como uma receita de bolo, para as pessoas. É importante entender todas as suas características antes, com uma visão integrativa do paciente (espiritual, emocional e mental). Os 3 principais benefícios funcionais para a saúde Dicas de alimentos funcionais Existem muitos alimentos considerados funcionais pela Anvisa, mas separei alguns que são mais fáceis de adicionar à rotina alimentar. Lembrando que é importante considerar uma teia de interconexões metabólicas, evolvendo digestão, hormônios, fatores imunológicos, metabolismo energético, entre outros: Peixes Componente ativo: ácidos graxos ômega-3. Benefícios: reduz o nível de colesterol  de baixa densidade, o que chamamos de ruim (LDL) e tem ação anti-inflamatória. Derivados fermentados da Soja Composto ativo: isoflavona de soja  ou fitoestrogenos. Benefícios: o principal deles é o controle hormonal. Tomate Componente ativo: licopeno. Benefícios: potente antioxidante, reduz os níveis de colesterol e as chances de desenvolvimento de cânceres específicos, como o de cólon, reto, mama e sobretudo o câncer de próstata Azeite de oliva extra virgem Componente ativo: Ácido oleico (ômega 9). Benefícios: estimula o sistema imunológico, tem ação anti-inflamatória e reduz o risco de doenças cardiovasculares.  No começo, pode ser que seja difícil trocar alimentos industrializados por alternativas mais saudáveis, mas depois isso se torna um hábito prazeroso. Vale dar preferência para os alimentos da estação, que possuem menos agrotóxico e um gosto mais marcante. Além disso, indico optar por produtos orgânicos, que costumam advir de pequenos produtores.  Cardápio Cada individuo necessita de um cardápio diferente. Isso porque uma pessoa tem suas preferências e gostos, bem como personalidade, biografia e particularidades únicas do contexto em que está inserida. Logo, o nutricionista é capaz de indicar os alimentos mais apropriados, bem como quantidade e frequência. Por fim, reforço que o consumo de alimentos funcionais não exclui a necessidade de realizar visitas regulares ao nutricionista, nem substitui a necessidade do uso de medicamentos prescritos para tratar alguma patologia.

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Alimentação Saudável

Diabetes x Alimentação: 4 hábitos que podem desencadear a doença

Mais de 15 milhões de brasileiros têm diabetes. Essa é a projeção do Ministério da Saúde com base na pesquisa Vigitel 2019 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) divulgada em 2020. Em outras palavras, esse número equivale a 7,4% dos 210,1 milhões de habitantes do país, segundo o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Sabe-se que o Tipo 2 é o mais comum. As causas exatas ainda não são totalmente conhecidas, mas especialistas acreditam que estejam relacionadas ao aumento do peso da população. E isso se reflete nas estatísticas e na saúde dos brasileiros. De acordo com essa mesma pesquisa, a obesidade cresceu 67,8% nos últimos treze anos no Brasil, saltando de 11,8% em 2006 para 19,8% em 2018. O que é Diabetes? Em suma, essa é uma doença crônica que pode ser progressiva e sem cura, dependendo do tipo. Ela é ocasionada pelo aumento dos níveis de glicose (açúcar) no sangue. Isso acontece quando tem pouca insulina circulando ou quando esse hormônio não é bem aproveitado pelo corpo. Existem alguns tipos de diabetes, mas três são responsáveis pela maioria dos casos, são eles: Diabetes Tipo 1 (DM1) O Tipo 1 é geralmente autoimune e pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum em crianças, adolescentes e jovens. Estima-se que ela represente 10% do total de diabéticos no mundo. Segundo a Federação Internacional da Diabetes, o Brasil tem cerca de 95,5 mil casos. Esse tipo de diabetes é tratado com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue. Como sintomas, é possível citar: Diabetes Tipo 2 (DM2) O Tipo 2 é também conhecido como “doença silenciosa”, o mais comum e o mais perigoso. O corpo passa a ser resistente à insulina produzida pelo pâncreas. Esse tipo pode até ser crônico, mas na maioria das vezes está ligado à má alimentação e ao sedentarismo. Por outro lado, dependendo da gravidade, pode ser controlado com atividade física e boa alimentação. Em outros casos, é feito o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose aumentada. Sintomas mais comuns: Diabetes gestacional Por fim, há o Diabetes gestacional, caracterizado pelo aumento dos níveis de glicose no sangue durante a gravidez. A doença, que pode ser diagnosticada durante ou ainda no primeiro trimestre da gestação, atinge até 25% das grávidas. Nesse caso, a mulher recebe um acompanhamento específico durante o pré-natal, que monitora os riscos para a mãe e o bebê. Na maioria das vezes, o controle é feito com uma orientação nutricional adequada. Os principais fatores que podem levar a esse tipo de DM são: Leia também: O que é Nutrição Funcional? 4 hábitos que aumentam o risco de desenvolver Diabetes Há alguns hábitos que são determinantes e aumentam consideravelmente o risco de desenvolvimento dessa doença. “O envelhecimento da população, a crescente urbanização, bem como a mudança no estilo de vida, que passou a ser não tão saudável em virtude de dietas inadequadas, da obesidade e do sedentarismo, são os grandes responsáveis pela prevalência do Diabetes no mundo.” (Estudo: Estresse e riscos associados aos hábitos de vida em pacientes com diabetes mellitus) Esses são alguns pontos considerados como riscos em relação à alimentação: “A crescente substituição dos alimentos in natura, ricos em fibras, vitaminas e minerais, por produtos industrializados (Barreto & Cyrillo, 2001), associada a um estilo de vida sedentário, favorecido por mudanças na estrutura de trabalho e avanços tecnológicos (Popkin, 1999), compõem um dos principais fatores etiológicos da obesidade.” (Review “Tendências do diabetes mellitus no Brasil: o papel da transição nutricional”) Estresse como fator de risco O estresse também é um fator de risco para o desenvolvimento da doença: “O estresse é considerado como um conjunto de reações e estímulos que causam distúrbios no equilíbrio do organismo, liberando hormônios que aumentam a glicose.” (Estudo: Estresse e riscos associados aos hábitos de vida em pacientes com diabetes mellitus). Atividades ou mudanças significativas no estilo de vida podem promover mais tranquilidade e ajudar a combater essa patologia ou até mesmo evitá-la. Por isso, é importante buscar um especialista para conhecer mais sobre a doença, fazer os exames que ajudam a detectá-la e definir os tratamentos. Mas lembre-se, os hábitos e a rotina influenciam muito no surgimento não só da Diabetes, mas de outras diversas doenças. Fique atento!

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Alimentação Saudável

O que é Nutrição Funcional?

Você já ouviu falar em Nutrição Funcional? O tema é recente por aqui. Desenvolvido pelo médico Jeffrey Bland, nos Estados Unidos na década de 90, foi introduzido no Brasil apenas em meados de 2003. Esse conceito estuda a fundo a relação entre a nossa saúde e o efeito provocado pelos alimentos que consumimos. Portanto, aqueles que além de nos nutrir, previnem ou auxiliam no tratamento das mais diversas patologias ou alterações precoces nas funções orgânicas que podem resultar em doenças crônicas. A Nutrição Funcional ainda está interligada com todos os sistemas do nosso corpo, levando em consideração a individualidade bioquímica de cada pessoa. Alimentos funcionais Alimento funcional é aquele que comprovadamente contém propriedades que podem modular situações quando ingeridos de forma recorrente, com elementos importantes para a manutenção do bom funcionamento do nosso corpo e na prevenção de doenças Portanto, devemos ter em nosso cardápio: frutas e legumes, verduras, cereais, leguminosos, peixes, carnes, ovos, sementes, temperos naturais, entre outros. Atendimento personalizado visando o bem-estar do corpo O grande diferencial da Nutrição Funcional em relação ao método tradicional é o acompanhamento individual personalizado que cada paciente recebe do nutricionista. Ele leva em consideração fatores não apenas físicos, mas também ambientais, como hábitos, rotinas, tipo de trabalho e saúde mental. Em primeiro lugar, o nutricionista funcional aplica um questionário minucioso e extenso para conhecer o histórico de cada paciente, aliado à análise de sinais, sintomas clínicos de alterações nutricionais e resultados de exames bioquímicos específicos. Ou seja, com essa avaliação em mãos, o profissional poderá prescrever um plano alimentar personalizado especialmente para você, rico em alimentos que irão promover o bom funcionamento do organismo como um todo. Dessa forma, são corrigidas “falhas” que possam atrapalhar a prevenção ou tratamento de doenças, como: obesidade, câncer, diabetes, doenças autoimunes, doenças alérgicas, entre outras. Além de encontrar caminhos para uma alimentação balanceada, focada no corpo e mente. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 80% dos problemas prematuros do coração, AVC (Acidente Vascular Cerebral) e Diabetes tipo II, além de 40% dos casos de câncer poderiam ser evitados se a pessoa tivesse uma alimentação saudável associada à pratica de alguma atividade física e eliminasse o tabaco, por exemplo. Os cinco princípios básicos da Nutrição Funcional 1.         Individualidade bioquímica De acordo com a Nutrição Funcional, cada paciente possui necessidades nutricionais exclusivas. Todas são baseadas em fatores genéticos e ambientais, tais como atividades físicas, hábitos alimentares, estresse, ansiedade, entre outros. Portanto, podem ser determinantes para a prevenção ou aparecimento de doenças. “Assim, cada indivíduo apresenta uma necessidade ou deficiência nutricional específica, que podem ser determinadas pela avaliação de sinais e sintomas que o mesmo apresenta ou pelo meio ambiente ao qual está exposto.” (Artigo Nutrição Funcional: Princípios e Aplicação na Prática Clínica) 2.         Tratamento centrado no paciente Nesse tipo de nutrição, o foco está no paciente e não na doença, já que ela é considerada uma inter-relação entre os sistemas orgânicos e a influência dos fatores ambientais, emocionais, alimentares, patológicas, uso de medicamentos, hábitos de vida e prática de exercício físico. 3.         Equilíbrio nutricional e biodisponibilidade de nutrientes Não basta consumir alimentos saudáveis. É essencial que a oferta de vitaminas, minerais, proteínas, carboidratos e gorduras em nosso organismo seja em quantidade e proporção adequadas. Assim, ocorrerá a otimização da sua absorção e aproveitamento pelas células do corpo. “Uma vez que os diversos nutrientes agem em sinergia no organismo, faz-se necessário pensar desde a origem do alimento e sua forma de preparo até as condições absortivas e/ou patológicas apresentadas pelo paciente, tendo sempre em mente a necessidade nutricional individual.” (Artigo Nutrição clínica funcional: uma visão integrativa do paciente) 4.         Inter-relações em teia de fatores fisiológicos Nosso organismo é um só. Partindo desse princípio, a Nutrição Funcional usa a teia de fatores fisiológicos para identificar pontos positivos e negativos do paciente. Sendo assim, ela vai direcionar a melhor conduta nutricional para tratar a causa, ao invés de apenas os sintomas, seguindo alguns pilares essenciais, como saúde mental e crenças espirituais. 5.         Saúde como vitalidade positiva Segundo a OMS, ser saudável não é estar sem doença, mas sim ter o perfeito funcionamento do organismo. Isso significa que o corpo precisa estar bem de forma física, mental e social. Para isso, é preciso equilibrar de maneira positiva o organismo e suas funções com ajuda da Nutrição Funcional. Ao ser avaliado(a) por uma especialista, você receberá acompanhamento periódico com orientações, dietas, cardápios, receitas e sugestões de hábitos para um estilo de vida mais harmonioso. Isso irá suprir suas necessidades nutricionais frente a uma patologia, além de melhorar a qualidade na alimentação, o bem-estar e a autoestima. Se você quer saber mais sobre a Nutrição Funcional e entender melhor quais benefícios ela oferece para o corpo e mente, comente aqui. Caso queira agendar sua avaliação, entre em contato!

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