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Bem-Estar

3 benefícios da nutrição funcional ampliada pela antroposofia

A antroposofia, que significa “sabedoria do homem”, é uma ciência baseada em questionamentos e muita observação, e tem como ponto central o homem e sua integralidade. Dentre as suas bases, a antroposofia entende que o indivíduo é único, com um conjunto de características e elementos além do corpo físico, como energia, espírito e mente. Ela pode ser aplicada em diversos âmbitos como a medicina, pedagogia, arquitetura, artes, agronomia e muitas outras. Nutrição é o meu caso. Tenho formação em nutrição clínica, mas a antroposofia, assim como a farmácia, são cernes da minha carreira e ferramentas para os meus atendimentos. A farmácia, por sua vez, me dá conhecimento para entender as substâncias, os mecanismos e a química dos alimentos, outra importante frente para oferecer um tratamento assertivo. Além de proporcionar uma orientação melhor aos pacientes polimedicados. Entendendo alguns pontos importantes que envolvem a antroposofia Segundo a antroposofia, um ser tem sua essência baseada em pontos como estes: Equilíbrio do sistema nervoso O sistema neurossensorial se concentra na cabeça, mas se estende para todo o corpo. É por meio dele que captamos luz, sons e alimentos. O sistema está relacionado com as raízes da planta, que absorvem água e nutrientes, revitalizando o sistema neurossensorial. Equilíbrio do sistema rítmico Já o sistema rítmico corresponde ao centro do corpo, onde está o pulmão e o coração. É lá que ocorrem os movimentos respiratórios e circulatórios, assim como há o movimento da seiva no caule e as trocas gasosas nas folhas. Equilíbrio do metabólico-locomotor Por fim, o sistema metabólico-locomotor envolve órgãos digestivos e reprodutivos. Ele está relacionado às flores e aos frutos, pois é no polo floral que se encontram o órgão reprodutor e o metabolismo dos açúcares e proteínas das plantas. Leia também: O que é Nutrição Funcional? Foco em entender e conhecer o paciente Tendo em vista todo esse estudo que desenvolvi ao longo dos anos, além das questões já citadas, aplico na prática com os pacientes um olhar único. Analiso toda a sua biografia para entender suas características, personalidade, gostos pessoais, tipo de alimentação, questões sociais, culturais, econômicas, genéticas e epigenéticas, dentre muitas outras. Todos esses componentes formam um ser individual. A partir desse princípio, me apoio nessa análise para definir uma alimentação personalizada, seguindo as necessidades do paciente. Construção da qualidade de vida Todo esse olhar e atendimento baseado na nutrição clínica funcional ampliada pela antroposofia proporcionam, ao paciente, mais qualidade de vida e equilíbrio. Afinal, entendo que a nutrição não é somente o que consumimos, mas também aquilo que nos permeia, o que vemos, ouvimos, sentimos, fazemos e projetamos para nós e nossos relacionamentos. No meu atendimento, percebo o alimento como possibilidade, tirando o melhor dele para cada paciente. Isso porque muitos podem oferecer benefícios ou malefícios de acordo com as necessidades de cada organismo e é importante levar todos os fatores em consideração. Ainda em relação aos alimentos, dou preferência a Agricultura Biodinâmica, um modelo agrícola que entre outras características, não faz uso de adubos químicos, venenos herbicidas, sementes transgênicas, antibióticos ou hormônios, respeitando o tempo de cultivo de cada alimento, sua estação, o tipo de terra em que é plantado, tudo para trazer as forças arquetípicas de cada alimento. Essa prática relaciona as constelações e meios de cultivo com base em um calendário celeste. De acordo com os conceitos biodinâmicos e dependendo do signo da época, algumas plantas evoluem melhor do que outras. A divisão é feita em quatro elementos: água (flores), terra (raízes), fogo (frutas) e ar (folhas). Trabalho feito passo a passo Mudanças exigem tempo e adaptação. Por isso, a nutrição funcional ampliada pela antroposofia que pratico com os pacientes segue pequenos passos para uma mudança completa e integral, nos diferentes âmbitos da vida. Dessa forma, consigo ter assertividade em condutas de pacientes com diferentes patologias em um trabalho nutricional personalizado. Para agendar uma consulta, entre em contato comigo!

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Bem-Estar

Diabetes e estresse emocional: Entenda a relação

Você já ouviu falar sobre a relação entre a diabetes e estresse emocional? Antes de abordar essa questão, primeiramente você precisa conhecer mais detalhes sobre o Diabetes. A princípio, o Diabetes Mellitus é uma doença crônica, progressiva e silenciosa, caracterizada pelo aumento dos níveis de glicose (açúcar) no sangue. Isso acontece quando se tem pouca insulina circulando ou quando esse hormônio não é secretado e aproveitado adequadamente pelo organismo. Um estudo da Federação Internacional de Diabetes mostrou que o número de brasileiros com diabetes cresceu 31% nos últimos dois anos. Existem três tipos de diabetes mais recorrentes: Diabetes Tipo 1 (DM1), Diabetes Tipo 2 (DM2), que é a mais comum, e a Diabetes Gestacional (DMG). Mais recentemente foi identificada o DM do tipo 3, relacionada com doenças neurodegenerativas. De acordo com especialistas, é possível que o estilo de vida pouco saudável ou problemas hereditários sejam os principais responsáveis pelo surgimento dessa doença. Mas, fatores emocionais, entre eles o estresse emocional, podem contribuir para o desenvolvimento e surgimento do Diabetes. Existe Diabetes Emocional? A relação entre diabetes e estresse emocional começa quando emoções extremas interferem diretamente nos níveis de glicose e insulina. Se a pessoa tiver alguma predisposição à doença, é bem provável que ela desenvolva o distúrbio após esses episódios. Entretanto, ela não será diagnosticada com Diabetes Emocional, mas sim com Diabetes Tipo 2. Por isso, se você já tem essa predisposição, é bom ficar atento(a) aos sinais. Relação entre estresse e os níveis de glicose O estresse é o conjunto de reações mentais e/ou físicas do organismo diante de situações que exigem muito esforço emocional para serem superadas. Quando se passa por um período de tensão, o organismo acredita estar em perigo e libera mais hormônios. Esses hormônios têm a função de distribuir energia (glicose) às células que, por diversas vezes, já não conseguem realizar essa tarefa em diabéticos ou pré-diabéticos. Sem insulina suficiente os níveis de glicose circulando no organismo sobem, em outras palavras, a glicemia fica descompensada. De acordo com a Associação Internacional do Controle ao Estresse, o Brasil é o segundo país mais estressado do mundo em um ranking com dez nações. Aproximadamente 70% dos brasileiros estão estressados, perdendo apenas para o Japão. Principais sinais de estresse Cada pessoa é única e passa por determinadas situações de uma forma diferente. Mas, no geral, podemos citar alguns sinais que se destacam e podem ser resultado de um grande pico de estresse: É importante salientar que o acompanhamento de uma equipe médica é crucial nesse momento para identificar se realmente se trata de um pico de tensão, diabetes e estresse emocional ou outra patologia. Leia também: Diabetes x Alimentação: 4 hábitos que podem desencadear a doença Como evitar o diabetes e estresse emocional? Boas noites de sono Procure ter uma boa noite de sono. De acordo com especialistas, dormir entre sete e oito horas por dia já é o suficiente para diminuir os riscos de insônia e obter todos os benefícios que uma boa noite de sono proporciona ao corpo e à mente. Tome bastante água O humor pode ser alterado pela desidratação, assim como a absorção de glicose pelas células.  Portanto, beba cerca de dois litros de água de boa qualidade por dia, de preferência em temperatura ambiente. Mas vale consultar um nutricionista para que ele indique o volume ideal de água de acordo com seu biotipo e atividades diárias. Tenha uma dieta balanceada Evite os chamados açúcares simples, presentes nos doces e massas, pois são absorvidos facilmente e levam a picos de glicemia. Opte por uma alimentação rica em fibras, verduras, legumes e frutas. Uma nutricionista é capaz de entender as necessidades do seu corpo e delimitar uma dieta regrada para evitar o Diabetes e estresse emocional, assim como outras patologias. Pratique atividades físicas Pratique exercícios físicos regularmente. Essas atividades atuam positivamente na sua mente, liberando hormônios de bem-estar e melhorando o humor. Além disso, fortalecem os músculos, melhoram o sistema cardiorrespiratório e, em casos de pacientes com diabetes, mantém os níveis de açúcar no sangue controlados. Pratique meditação Meditar é uma excelente maneira de aliviar o estresse. Afinal, a prática reduz a descarga de hormônios da tensão, como o cortisol, e de quebra turbina a imunidade. O mais importante: como já citamos, é fundamental o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar. Enquanto o médico faz o diagnóstico do Diabetes e direciona o tratamento, o nutricionista elabora as melhores estratégias de acompanhamento e combate à patologia. Lembre-se, é altamente recomendado uma mudança de hábitos e somente um especialista pode entender todas as suas características, biografia e necessidades para fazer as melhores recomendações! Enfim, ficou claro para você a relação entre diabetes e estresse emocional? Deixe sua opinião nos comentários!

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