Por que a nutrição antroposófica é a melhor opção?

A nutrição antroposófica traz um olhar integrativo sobre o homem em diversos aspectos da vida e vai muito além da alimentação, promovendo um despertar de consciência e uma mudança no estilo de vida da pessoa. Com um corpo e mente saudáveis, a alma também ganha mais leveza e tranquilidade para vivenciar as experiências de forma mais coerente.

Em minhas consultas, trago a experiência de anos de dedicação e estudo sobre a complexidade humana. Tanto no campo das ciências ponderais, como a nutrição, fisiologia e bioquímica dos alimentos, como em suas correlações na ciência espiritual.

O foco sempre é o paciente e suas possibilidades, e não somente a doença que se apresenta. Identificar o processo de adoecimento, seus gatilhos e condição clínica é importante para conduzir estratégias para reaver a saúde.

A relação que estabeleço com o paciente é de cumplicidade e acolhimento, com espaço e abertura para que a pessoa se abra ao seu tempo. Assim, construímos um laço para seguirmos juntos rumo aos próximos passos de uma alimentação mais adequada. Quer saber mais sobre a importância da nutrição antroposófica? Separei alguns pontos abaixo:

É mais do que alimentação

A alimentação sempre teve um papel importante na vida do homem: desde os primórdios, comer é a fonte da sobrevivência. Embora essa relação tenha mudado ao longo dos milhares de anos, hoje entendemos que o alimento é um combustível que carrega energia, luz e força e tem um significado muito maior. Criando uma relação forte com o ser humano, a sua saúde e seu protagonismo aqui na terra.

É justamente por isso que entendemos como um dos pilares da nutrição antroposófica a coerência entre o que comemos e os nossos objetivos, considerando as necessidades do corpo. O poder do alimento é maior do que imaginamos. Ele dá toda a estrutura para que você exerça a sua missão, equilibrando, integrando e fortalecendo o corpo, a mente e a alma.

Atenção à origem dos alimentos

Logo, entender de onde vem a comida que você coloca no prato todos os dias é essencial: a sua forma de produção impacta diretamente na digestão do seu corpo sobre aquele alimento e as qualidades que ele oferece para quem o consome.

Em uma plantação de larga escala os agrotóxicos são usados para evitar a ação de seres considerados nocivos que prejudicam o cultivo, como ervas daninhas e pragas, prática muito comum no Brasil. Assim, o agricultor tem uma produção mais equilibrada e perde menos produtos.

Vejo algumas complicações nesse cenário: além do perigo à saúde causado pelo uso dos agentes químicos, eles alteram também o caminho que a própria natureza percorre. Uma planta com agrotóxicos costuma ser mais fraca porque não criou a resistência para se defender e carrega todas essas modificações com ela até chegar ao seu prato. Além da própria terra da plantação que fica “doente”, por toda a exploração química e alterações externas.

Transgênicos

Outro ponto que chamo a atenção são os transgênicos. O pequeno “T” avisando a presença dessa mudança genética no alimento pode ser encontrado nas embalagens de diversos itens como salgadinhos, pipocas, dentre tantos outros. Há uma lista extensa que já faz parte da cadeia alimentar do brasileiro, como milho e soja.

Nesse caso, vejo o propósito central para o uso dessa prática: tornar o alimento resistente a pragas, com menos agrodefensivos, fazendo com que a plantação seja mais equilibrada. Novamente chegamos a um momento de reflexão, pois esse cultivo modificado, além das inúmeras implicações à saúde, perde força anímica e proteção.

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Agricultura orgânica e biodinâmica

Então você pode me perguntar: certo, mas então como mudo a minha alimentação para priorizar itens com uma origem mais saudável e responsável?

A resposta está nos pequenos produtores, o CSAs (Comunidade que Sustenta a Agricultura), agricultura familiar e a agricultura biodinâmica. São meios de produção que prezam pela saúde da terra e pelo cuidado com cada etapa do cultivo. O trabalho desenvolvido por eles vai muito além da produção em si, pois tem responsabilidade social e econômica, trazendo essas qualidades para o consumidor final.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, hoje em dia é fácil chegar até esse tipo de alimento e apoiar essa cadeia de produtores. Você encontra lojas e feiras orgânicas espalhadas pelas cidades, além de poder fazer até uma assinatura mensal para receber em casa alimentos selecionados a dedo por esses profissionais. São cestas cheias de variedade que costumam ser uma surpresa muito agradável e tornam o ato da refeição mais colorido e diversificado.

 Desenvolvendo uma consciência

Todo esse processo de avaliar o alimento, questionar a sua origem e se realmente ele é coerente com o estilo de vida que você deseja levar, faz a diferença para manter a saúde em dia. Inclusive para quem deseja emagrecer, desenvolver essa consciência é essencial, pois precisamos buscar um desfecho coerente em tudo o que realizamos em nossas vidas.

Por isso, no meu consultório tenho um olhar para a integralidade do paciente, a complexidade, ritmo e vontade dessa pessoa. Assim é possível contribuir justamente para essa consciência e ser o protagonista da sua individualidade.

E posso dizer com segurança: não há contraindicações para a nutrição antroposófica, a minha ferramenta de trabalho tem os melhores efeitos colaterais possíveis para a saúde: o bem-estar e a qualidade de vida! Quer conversar mais sobre esse assunto? Marque uma consulta comigo: